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Veja como está hoje Ardi Rizal, menino que, aos 2 anos, fumava 40 cigarros por dia

História do garotinho da Indonésia que viralizou ao consumir dezenas de cigarros por dia ganha novo capítulo após anos de reabilitação e reeducação alimentar

9 set 2026 - 11h28
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Resumo
Ardi Rizal, o menino indonésio que chocou o mundo em 2010 ao fumar 40 cigarros por dia aos dois anos de idade, conseguiu superar os vícios e transformar sua vida. Após forte comoção internacional e a intervenção de autoridades de saúde, ele passou por uma reabilitação complexa, que incluiu crises de abstinência e um período de obesidade infantil severa decorrente da compulsão por comida. Hoje, o jovem leva uma rotina equilibrada e saudável, servindo de exemplo ao relatar sua superação.

A história do menino indonésio Ardi Rizal chocou o mundo em 2010, quando um vídeo publicado na internet mostrou a criança caminhando de fraldas enquanto fumava com fluidez. Com apenas um ano e meio de idade, morador da aldeia de Teluk Kemang, o garoto enfrentava uma dependência severa, chegando a consumir até 40 cigarros por dia.

Ardi Rizal: como ficou o menino que fumava 40 cigarros por dia aos 2 anos?
Ardi Rizal: como ficou o menino que fumava 40 cigarros por dia aos 2 anos?
Foto: Reprodução / Perfil Brasil
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Ardi Rizal: como ficou o menino que fumava 40 cigarros por dia aos 2 anos?

O hábito começou após observar frequentadores da praça local e receber o primeiro cigarro do próprio pai. Na época,  o caso gerou indignação internacional e entidades em defesa da infância passaram a cobrar ações imediatas das autoridades de saúde.

No entanto, a tentativa de interromper a dependência gerou momentos dramáticos para a família. Ao ter o cigarro retirado, o menino sofria com crises de ansiedade, acessos de raiva e episódios de automutilação. Logo, o Ministério do Empoderamento da Mulher e da Proteção Infantil da Indonésia passou a atuar caso. de acordo com o jornal O Globo, o processo de reabilitação teve início três anos após a repercussão das imagens.

A substituição do vício e a luta contra a obesidade

Durante o tratamento para abandonar o fumo, a criança passou a compensar a compulsão por meio da alimentação. Por isso, aos cinco anos, apresentava quadro de obesidade infantil grave. Pesava 24 quilos, bem acima da média ideal para a sua faixa etária. O consumo diário de grandes porções de comida e doces só começou a diminuir quando ele ingressou na escola e passou a readequar seus hábitos alimentares para evitar o isolamento social entre os colegas.

Por fim, anos após ter sua imagem associada ao vício precoce, o garoto conseguiu superar tanto a dependência do cigarro quanto a compulsão por comida. Hoje, mantém uma rotina equilibrada com dieta à base de peixes e vegetais e dá entrevistas para falar sobre a própria experiência.

Perfil Brasil
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