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Universitárias são expulsas da faculdade e condenadas após rebolarem em catedral

Três universitárias são expulsas de suas faculdades e condenadas a pena de trabalho por rebolarem em frente a uma catedral; veja

20 ago 2025 - 15h18
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Universitárias são expulsas da faculdade e condenadas após rebolarem em catedral
Universitárias são expulsas da faculdade e condenadas após rebolarem em catedral
Foto: Reprodução/tiktok / Contigo

Três universitárias russas, todas com 18 anos, foram enviadas a um campo de trabalho forçado, conhecido popularmente como "gulag", após rebolarem de forma sensual (no estilo conhecido como twerking) em frente à Catedral de Cristo Salvador, em Moscou. O episódio foi registrado em vídeo e postado no TikTok, gerando grande repercussão na Rússia. Além da pena de trabalho corretivo, que terá duração de 11 meses, as jovens também foram expulsas da Universidade Estatal Russa de Arte e Indústria Stroganov, onde estudaram.

Detalhes do ocorrido

Segundo o "Daily Star", o caso chamou a atenção após ativistas ortodoxos tomarem conhecimento do vídeo e procurarem a universidade. O grupo Sorok Sorokov, formado por advogados que defendem os "valores tradicionais na Rússia", acompanhou de perto o episódio. Em nota, eles classificaram o ato como uma demonstração de "garotas sem cérebro que desenvolveram ganhar popularidade", descrevendo que os estudantes apareceram "rebolando o bumbum tendo como pano de fundo a Catedral de Cristo Salvador em Moscou".

As jovens foram identificadas pelas autoridades como A. Dmitrieva, de Moscou; A. Kalinkina, de Astracã; e I. Pchelintseva, de Elektrostal. De acordo com a agência East2West, elas foram consideradas culpadas de uma infração administrativa devido à "dança vulgar". A expulsão da universidade ocorreu em junho. "Agradecemos às autoridades policiais para proteger os direitos da fidelidade e a moralidade pública", afirmou Sorok Sorokov.

Outro caso

O caso não é isolado: em 2015, um grupo de mulheres foi condenado a 15 dias de prisão por gravar um vídeo rebolando em frente a um monumento em Novorossiisk, em homenagem aos heróis soviéticos de uma batalha no Cáucaso em 1943, segundo o "Moscow Times".

Os gulags, conhecidos como campos de trabalhos forçados, foram originalmente criados na União Soviética para abrigar criminosos, presos políticos e qualquer cidadão que se opusesse ao regime. Atualmente, estruturas semelhantes foram reativadas durante o governo de Vladimir Putin, mantendo uma lógica de tolerância diversas para atos considerados ofensivos à moral pública ou à religião.

O episódio das universitárias, portanto, reflete o rigor das autoridades russas na proteção dos símbolos religiosos e na manutenção da ordem pública, gerando debate sobre a liberdade de expressão e os limites das manifestações culturais no país.

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