Uma sutura do crânio que se fechou antes da hora: a cirurgia que uma menina com trigonocefalia vai precisar fazer
Lara foi diagnosticada com trigonocefalia metópica, uma alteração em que a sutura que separa os dois ossos da testa se fecha antes do tempo
A família da bebê Lara iniciou a campanha "Juntos pela Lara" para arrecadar R$ 180 mil e custear o tratamento de trigonocefalia metópica, condição em que os ossos da testa se unem precocemente, dando ao crânio um formato triangular. A correção exige cirurgia, recomendada entre os 6 e 12 meses de vida para prevenir riscos neurológicos e o aumento da pressão intracraniana. Sem condições de arcar com a operação e os cuidados pós-operatórios, os familiares pedem doações e apoio na divulgação.
Lara foi diagnosticada com trigonocefalia metópica, uma alteração em que a sutura que separa os dois ossos da testa se fecha antes do tempo. O tratamento indicado é cirúrgico, e os custos da operação e dos cuidados que ela vai exigir estão além do que a família consegue pagar. Para reunir o valor, a família criou a Vakinha "Juntos pela Lara", com meta de R$ 180 mil.
O que é a trigonocefalia metópica?
O crânio de um bebê é formado por placas ósseas separadas por linhas flexíveis, chamadas suturas, que permitem que a cabeça cresça junto com o cérebro. A sutura metópica é a que divide os dois ossos da testa, e é a primeira a se fechar naturalmente.
Na trigonocefalia, esse fechamento acontece cedo demais. O resultado é uma testa em formato triangular, que dá nome à condição. É um tipo de craniossinostose, o nome dado ao fechamento precoce das suturas do crânio, e um dos mais frequentes.
Como a trigonocefalia é tratada?
O tratamento é cirúrgico, com a remodelação dos ossos da testa para corrigir o formato do crânio. Em uma minoria dos casos, a condição pode aumentar a pressão dentro do crânio e causar alterações neurológicas.
Segundo a literatura médica, essas complicações podem ser prevenidas ou amenizadas quando o diagnóstico e o tratamento acontecem entre os 6 e os 12 meses de vida. Por isso, o tempo é um fator importante no planejamento da cirurgia. A data e a técnica de cada caso são definidas pela equipe médica.
Para que serve a Vakinha "Juntos pela Lara"?
- Quem: Lara, diagnosticada com trigonocefalia metópica.
- Finalidade: custear a cirurgia e os cuidados que Lara vai precisar depois dela.
- Meta: R$ 180 mil.
- Criação: 21 de outubro de 2026, organizada por Maria Victoria de Castilho.
Como ajudar Lara
Segundo a família, qualquer valor faz uma enorme diferença. Quem não puder doar também ajuda ao compartilhar a campanha, para que a história chegue a mais pessoas. A mensagem que encerra a página resume o pedido: "Juntos, somos mais fortes pela Lara".
Para ajudar a pagar a cirurgia e os cuidados de Lara, contribua com a Vakinha "Juntos pela Lara".
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