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Trump equipara ação no Irã a Hiroshima e diz que ataques encerram guerras

25 jun 2025 - 09h57
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O chefe da Casa Branca, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (25), durante cúpula da Otan, que os ataques lançados contra o Irã no último fim de semana tiveram efeito semelhante ao das bombas nucleares lançadas em Hiroshima e Nagasaki. Segundo ele, os bombardeios levaram ao encerramento de conflitos — assim como ocorreu no Japão — e teriam atrasado o programa nuclear iraniano por décadas.

Presidente dos EUA, Donald Trump
Presidente dos EUA, Donald Trump
Foto: depositphotos.com / Ale_Mi / Perfil Brasil

"Não quero usar o exemplo de Hiroshima. Não quero usar o exemplo de Nagasaki, mas foi essencialmente a mesma coisa que encerrou aquela guerra", declarou. "Isso encerrou aquela guerra. Se não tivéssemos eliminado isso, eles estariam lutando agora."

Eficácia do ataque ao Irã ainda gera questionamentos

Trump afirmou que o Irã também passou por um "inferno" e que agora estaria desmotivado a retomar atividade nuclear. Ele disse estar aguardando um relatório de Israel para comprovar o que chamou de "apagamento total" do programa de Teerã.

O líder americano ainda comparou a ação no Irã aos bombardeios atômicos de forma mais contundente: "não quero usar o exemplo de Hiroshima, não quero usar o exemplo de Nagasaki, mas foi essencialmente a mesma coisa. Aquilo acabou com aquela guerra. Isto acabou com a guerra." Ele disse isso diante de jornalistas e do secretário-geral da Otan, Mark Rutte, antes da reunião em Haia.

Enquanto isso, informações de fontes da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA indicam que os ataques teriam atrasado o programa nuclear iraniano em apenas alguns meses, e não décadas — sugerindo que muitas instalações teriam permanecido intactas.

O porta-voz do Exército israelense, Effie Defrin, alfinetou: o golpe foi duro, mas ainda é cedo para mensurar os resultados com precisão.

A disputa entre a retórica de Trump e as avaliações dos órgãos de inteligência ganha força num momento em que o republicano tenta reforçar sua imagem de liderança forte no cenário internacional — em contraste com sua atuação em temas domésticos e as críticas recorrentes aos serviços de inteligência americanos.

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