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Traficante Diaba Loira vendia trufas para pagar faculdade de direito

Você sabia? A traficante Diaba Loira, que foi encontrada morta na zona norte do Rio de Janeiro, vendia trufas para conseguir pagar a faculdade de direito

18 ago 2025 - 09h51
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Traficante Diaba Loira vendia trufas para pagar faculdade de direito
Traficante Diaba Loira vendia trufas para pagar faculdade de direito
Foto: Reprodução / Contigo

Na quinta-feira (14/08), Eweline Passos Rodrigues, conhecida como a Diaba Loira, foi encontrada morta na noite desta quinta-feira, 14/08, na Rua Cametá, em Cascadura, na Zona Norte do Rio. O corpo dela estava enrolado em um lençol, com marcas de tiros na cabeça e na região do tórax. 

Mas, você sabia que ela vendia doces para conseguir a faculdade de direito? Em 2022, antes de entrar para o crime e fazer parte das do facções Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP), a Diaba Loira vendia trufas de chocolate para conseguir o dinheiro do curso. 

A vida de Ewline era completamente diferente antigamente. Ela vendia produtos pelas redes sociais, como perfumes e maquiagens, além dos doces. A vítima era casada e tinha dois filhos, na qual publicava sempre sua rotina e mostrava todos os momentos mais importantes. 

A mudança repentina de personalidade se deu a partir do momento em que ela sofreu uma tentativa de feminicídio em Santa Catarina, pelo ex-companheiro e pai de seus filhos. Esse episódio foi o estopim para a mudança da jovem começar, migrando para o tráfico no Rio de Janeiro e, em seguida, para a morte.

Morte de Diaba Loira

A mulher era procurada pelo Setor de Inteligência da Polícia Militar de Santa Catarina e por forças de segurança do Rio de Janeiro. Eweline, que teria entrado no mundo do crime após ser vítima de uma tentativa de feminicídio cometida pelo ex-marido, era conhecida por ostentar armamento pesado, como fuzis e pistolas.

O delegado André Luiz Bermudez Pereira, da 5ª DRP (Tubarão, cidade de Santa Catarina), revelou que encontrou com Eweline durante um caso que ocorreu em 2022. Na ocasião, ela foi até a casa do ex-companheiro para buscar o filho e foi atacada com uma facada, que perfurou seu pulmão e a levou a uma cirurgia de emergência. "A primeira vez que me deparei com a Eweline foi quando ela foi vítima de uma tentativa de feminicídio. Ela levou uma facada do ex-companheiro. O sujeito e a família dela alegavam que ela havia se apossado de uma quantia em dinheiro dele", contou. 

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