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Fintech Nomad recebe US$ 20 mi e quer ser o 'banco do dólar' para brasileiros

A startup, criada pelo cofundador do iFood, gerencia contas internacionais em uma plataforma própria e tem apenas nove meses de operação

28 jul 2021 11h49
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A fintech Nomad, que permite que brasileiros abram conta corrente em bancos dos Estados Unidos, anunciou nesta quarta-feira, 28, que recebeu um aporte de US$ 20 milhões, liderado pelos fundos Monashees e Spark Capital, com participação de Propel, GFC, Abstract, Vast, ONEVC e Globo Ventures. Ao todo, a startup já soma mais de US$ 25 milhões em captação de investimentos em apenas nove meses de operação.

Com o aporte, o objetivo da fintech, agora, é a expansão de operação e de funcionários — a Nomad tem equipe de 75 pessoas e quer chegar a 150 até o final do ano. Além disso, a startup mira em aumentar o portfólio de serviços bancários, como uma plataforma de "trading".

Fundada em 2019 e lançada em novembro de 2020, a Nomad oferece contas de pagamentos e investimentos no exterior, além de transferências e compras internacionais - a ideia da empresa é diminuir burocracias na transferência de reais para dólares por meio de uma conta digital. A aposta do cofundador do iFood, Patrick Sigrist - que também criou a Nomad - passa pelo desafio de colocar o dólar presente na vida financeira do brasileiro.

"Somos uma empresa de tecnologia atuando no setor financeiro e quebrando barreiras para democratizar o acesso ao mundo financeiro global. Vamos oferecer uma experiência única e completa para que a Nomad seja o banco digital em dólar do brasileiro. Esse novo aporte vai nos auxiliar a acelerar este plano", explica Sigrist.

A startup afirma ter mais de 50 mil contas abertas e prevê elevar esse número para 120 mil contas até dezembro, na reabertura das atividades internacionais nos próximos meses. "Embora tenhamos registrado um expressivo crescimento de clientes que utilizam a conta para compras online neste ano, acreditamos que um grande salto virá a partir da reabertura das viagens para o exterior", afirma.

Estadão
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