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NASA conta com funcionário da Google e usa IA para caçar exoplanetas

21 dez 2017 - 16h54
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Uma das diversas vantagens de se trabalhar na Google é a possibilidade de poder dedicar um pouco de seu tempo durante o expediente para projetos paralelos. E é isso o que Chris Shallue, engenheiro de software e pesquisador de inteligência artificial vem fazendo: ele está trabalhando em parceria com a NASA para usar a IA da gigante das buscas na busca por exoplanetas desconhecidos e, quem sabe, descobrir algum tipo de vida alienígena.

exoplaneta com exolua
exoplaneta com exolua
Foto: Canaltech

Na semana passada, Shallue foi um dos responsáveis por uma descoberta sem precedentes anunciada pela NASA, quando a agência revelou ter detectado oito planetas orbitando uma estrela por aí, de maneira similar ao Sistema Solar. Ele, muito interessado por tudo o que diz respeito ao espaço, ficou sabendo de uma grande quantidade de dados obtidos pelo telescópio espacial Kepler, da agência espacial, e decidiu colaborar para com o projeto.

"O machine learning realmente brilha em situações em que há tantos dados que humanos não conseguem analisá-los por conta própria", declarou Shallue, que recrutou o astrofísico Andrew Vanderberg para participar do projeto da NASA. Juntos, eles criaram uma rede neural com os dados do Kepler, resultando em uma inteligência artificial exclusiva para esta análise. Então, a IA aprendeu a reconhecer pequenos padrões de luzes indicando a existência de planetas orbitando estrelas conhecidas.

Os resultados impressionam. "Nós recebemos vários falsos positivos para a existência de planetas, mas muitos outros resultados de potenciais planetas reais", garante a dupla. Eles comparam o método à filtragem de pedras para se encontrar as preciosas ali no meio: "se você tem uma peneira mais fina, você vai ter mais rochas, mas você pode capturar mais jóias, também".

E, além de descobrir mais exoplanetas, o método também pode ser usado para descobrir a existência de vida alienígena. "A principal razão pela qual nós decidimos trabalhar no projeto é que a IA nos ajuda a medir o quão comum é a existência de planetas similares à Terra orbitando estrelas similares ao Sol", explica Vanderberg, estimando que será possível confirmar que existe, sim, vida extraterrestre, por volta dos anos 2030 a 2050.

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