"Sensação de queimação": Yasmin Brunet relata nova inflamação de lipedema e faz alerta
A influenciadora e ex-BBB compartilhou registros sobre os sintomas da condição crônica, ressaltou a perda de 25 kg e alertou sobre os gatilhos alimentares que inflamam o corpo
A modelo Yasmin Brunet alertou nas redes sobre o lipedema, condição crônica caracterizada pelo acúmulo desproporcional de gordura e dor nos membros, relatando sintomas como queimação após desvios na dieta. Sem cura, a doença atinge cerca de 10% das brasileiras adultas e costuma ser confundida com obesidade ou celulite. Causada por fatores genéticos e hormonais, a inflamação pode ser controlada com mudanças alimentares, mas exige acompanhamento médico para evitar o comprometimento da mobilidade.
A modelo e ex-BBB Yasmin Brunet voltou a usar suas redes sociais para alertar sobre o lipedema, condição crônica caracterizada pelo acúmulo desproporcional de gordura nos membros.
Ao exibir as marcas da inflamação nas pernas, a famosa descreveu o desconforto e os sintomas que enfrenta no cotidiano quando a doença se intensifica: "Quando o lipedema inflama, até a costura da calça (que é larga), fica marcada. Começo a sentir peso, dor, incômodo, sensação de queimação... Infelizmente ainda não temos cura, mas sabendo nossos gatilhos de inflamação, conseguimos manter ele controlado".
A luta de Yasmin Brunet contra o lipedema
A artista já havia revelado ter eliminado 25 quilos após aderir a um protocolo focado em desinflamar o organismo. O cirurgião plástico Ricardo Cavalcanti explica ao site Quem que a enfermidade atinge predominantemente as pernas e os braços de forma bilateral, gerando inchaço e nódulos que costumam ser confundidos com obesidade ou celulite. A modelo ressaltou que desvios na alimentação, como o consumo de glúten, provocam o chamado "efeito garrote" e agravam a sensibilidade na região afetada.
Impacto na população feminina
De acordo com dados da Associação Brasileira de Lipedema, a síndrome da gordura dolorosa acomete cerca de 10% das brasileiras adultas, somando aproximadamente 5 milhões de pessoas. A entidade aponta que muitas pacientes possuem marcadores genéticos associados à sensibilidade ao glúten, fazendo com que a restrição do ingrediente auxilie na redução da inflamação sistêmica e das dores. No entanto, especialistas reforçam que qualquer mudança de dieta exige acompanhamento nutricional individualizado.
Com causas ligadas à hereditariedade e a flutuações de hormônios femininos como o estrogênio, a enfermidade costuma se manifestar ainda na adolescência. Além do prejuízo estético, quadros avançados sem tratamento podem comprometer o sistema linfático e limitar a mobilidade física. Ao compartilhar o próprio relato, a modelo busca combater a desinformação sobre o tema e apoiar outras mulheres que enfrentam o mesmo diagnóstico.
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