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Quem era o genro morto com facada pela sogra após agressão à filha e neto

Felipe Catanio foi atingido no peito após agredir a companheira com um soco-inglês; sogra diz que agiu para proteger a família; confira mais

29 jul 2025 - 13h53
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Felipe Catanio homem esfaqueado por sogra
Felipe Catanio homem esfaqueado por sogra
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

O que era para ser apenas mais um domingo terminou em tragédia em Guarapari, no Espírito Santo. No dia 27 de julho de 2025, o entregador por aplicativo Felipe Catanio de Araújo, de 32 anos, foi morto com uma facada no peito após agredir a companheira, de 22 anos, na frente do filho do casal, um bebê de oito meses. A autora do golpe foi a sogra, uma mulher de 57 anos, que afirmou ter agido para proteger a filha e o neto da violência do genro.

Câmeras de segurança registraram a sequência dos fatos. Nas imagens, Felipe chega de bicicleta ao local, usando uma bolsa de entregas. A companheira, que segurava o bebê no colo, tenta impedi-lo de entrar na residência. Ele insiste e, em determinado momento, usa um soco-inglês para agredir a jovem. A sogra tenta intervir, mas também é empurrada por ele. Em seguida, ela reage com um golpe de faca no peito de Felipe, que cai logo após ser atingido.

O Samu foi acionado, mas Felipe morreu ainda no local. A sogra permaneceu na cena do crime e se apresentou à polícia, alegando legítima defesa. Segundo seu advogado, Lucas Neto, a filha já sofria ameaças e tentava encerrar o relacionamento, o que não era aceito por Felipe, que estaria monitorando e cercando a família constantemente. "Se ela não fizesse aquilo, talvez a filha, o neto ou ela mesma estivessem mortos hoje", declarou o advogado.

A sogra poderia ter evitado o golpe fatal?

Essa é a pergunta que a polícia tenta responder. Até o momento, a mulher não foi presa, pois os investigadores entenderam que não havia indícios suficientes para flagrante. O caso segue sob análise da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari. A defesa afirma que a sogra está emocionalmente abalada e que agiu em desespero para proteger a filha e o neto. O vídeo e os depoimentos serão decisivos para a Justiça avaliar se houve legítima defesa ou excesso.

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