Haddad diz que saída da Fazenda depende de viagem: 'Tenho reunião com Lula'
Novamente questionado sobre a data de saída da Fazenda, o ministro Fernando Haddad afirmou que terá uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira, 26.
Nos últimos dias, foi divulgado que Lula teria pedido que Haddad o acompanhasse na viagem aos Estados Unidos, em março, quando está prevista uma agenda com o presidente americano, Donald Trump.
"Eu vou saber amanhã, eu tenho uma reunião com ele [Lula] para decidir isso. Se eu vou ou não para os Estados Unidos. Se eu for para os Estados Unidos, a data é uma; se eu não for, a data é outra", informou Haddad.
Segundo ele, há uma tentativa de agendamento da viagem entre os dias 15 e 20 de março. "Mas eu não sei se ela vai ser confirmada. Não há ainda a confirmação, pelo menos até ontem não havia a confirmação".
No início do mês, Haddad, repetiu que gostaria de participar da campanha do Lula neste ano e que conversou com o presidente sobre o assunto. "Vamos ver quem convence quem", disse o ministro em entrevista à Rádio Bandnews.
Cotado para concorrer ao Senado ou ao governo de São Paulo, Haddad já afirmou mais de uma vez que não tem a intenção de disputar as eleições deste ano. Na última semana de janeiro, ele disse que há nomes relevantes no campo partidário progressista, com resultados mostrados nas eleições de 2022.
No final de janeiro, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, voltou a dizer que Haddad deve ser candidato nas eleições de 2026. Segundo ela, todos os auxiliares do presidente com força eleitoral precisam "vestir a camisa" para enfrentar a direita nos Estados.
No final de janeiro, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, voltou a dizer que Fernando Haddad deve ser candidato nas eleições de 2026. Segundo ela, todos os auxiliares do presidente com força eleitoral precisam "vestir a camisa" para enfrentar a direita nos Estados.
Na entrevista, Fernando Haddad avaliou ainda que o palanque de 2022 deveria ser uma espécie de guia para as eleições deste ano, ao falar da frente ampla com nomes de diferentes linhas partidárias. Ele havia sido questionado sobre o nome da ministra Simone Tebet para eventual candidatura em São Paulo.