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Políticos repercutem morte do ex-ministro Raul Jungmann

Autoridades dos Três Poderes e entidades do setor mineral manifestam-se sobre a trajetória do ex-ministro em Brasília

19 jan 2026 - 06h25
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A morte do ex-ministro Raul Jungmann, que ocorreu neste domingo (18) em Brasília, mobilizou as principais lideranças políticas do país. A informação foi confirmada pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), entidade que Jungmann presidia desde 2022. Aos 73 anos, o ex-ministro deixa um histórico de cinco décadas na vida pública, tendo passado pelos governos de Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer.

Raul Jungmann
Raul Jungmann
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil / Perfil Brasil

A morte de Jungmann foi lamentada por representantes do Poder Judiciário. O Supremo Tribunal Federal (STF), em nota oficial, destacou a atuação do ex-ministro em áreas de inteligência e segurança pública. O ministro Alexandre de Moraes recordou o trabalho conjunto durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, enquanto o ministro Gilmar Mendes ressaltou a postura republicana e a integridade de Jungmann na resolução de conflitos.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública também emitiu nota oficial logo após a confirmação da morte, reconhecendo as contribuições de Jungmann para o Estado brasileiro. No plano executivo, o ex-presidente Michel Temer afirmou que o país perde um homem que soube servir ao interesse público em todas as funções que desempenhou, da Reforma Agrária à Defesa.

Trajetória política e cargos ocupados

Natural de Pernambuco, Raul Jungmann iniciou sua carreira no antigo PCB e teve mandatos como vereador no Recife e deputado federal. No governo FHC, comandou o Ibama e os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Política Fundiária. Em 2018, tornou-se o primeiro titular do Ministério da Segurança Pública, pasta criada para coordenar o combate ao crime organizado e operações com as Forças Armadas.

A repercussão da morte atingiu governadores de diversos estados, como Eduardo Leite (RS) e Helder Barbalho (PA), além de senadores como Humberto Costa e Randolfe Rodrigues, que destacaram sua capacidade de diálogo. No âmbito jurídico, o texto recorda que investigações anteriores sobre contratos no Ministério do Desenvolvimento Agrário foram arquivadas pela Justiça Federal por falta de provas.

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O IBRAM, em nota assinada pela presidente do Conselho Diretor, Ana Sanches, enfatizou que a morte de seu diretor-presidente ocorre em um momento de transformação do setor. Jungmann liderava a agenda mineral focada em sustentabilidade e governança (ESG). Seguindo um desejo pessoal, o velório será realizado em cerimônia restrita a familiares e amigos próximos. Jungmann deixa esposa e filhos.

Perfil Brasil
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