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Polícia prende homem por matar, esquartejar e cozinhar partes do corpo de colega no Rio

MACABRO! Polícia Civil prende homem no Centro do Rio por matar, esquartejar e cozinhar partes do corpo de colega

17 jul 2025 - 07h41
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Polícia prende homem por matar, esquartejar e cozinhar partes do corpo de colega no Rio
Polícia prende homem por matar, esquartejar e cozinhar partes do corpo de colega no Rio
Foto: Reprodução / Contigo

Bruno Guimarães da Cunha Chagas foi preso em flagrante na manhã desta quarta-feira, acusado de assassinar e esquartejar Thiago Lourenço Morgado, seu colega de moradia e trabalho. O crime aconteceu no Morro de São Carlos, região central do Rio de Janeiro. Segundo informações da Polícia Civil, Thiago estava desaparecido desde o último domingo. Preocupados com a ausência do rapaz, amigos e familiares comunicaram o sumiço às autoridades, que localizaram o corpo na residência onde os dois dividiam moradia.

Em depoimento, Bruno relatou que a morte aconteceu após uma discussão entre os dois no domingo. Durante o conflito, ele esfaqueou Thiago e, posteriormente, esquartejou o corpo. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), o acusado escondeu os restos mortais da vítima dentro da geladeira da casa. A perícia esteve no local para realizar as diligências necessárias e recolheu o corpo, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

CRIME BRUTAL E MACABRO

As investigações apontam ainda que Bruno tentou dificultar a localização dos restos mortais de Thiago. Conforme revelaram os peritos, o homem chegou a cozinhar partes do corpo da vítima e triturar alguns pedaços no liquidificador. Em seguida, tentou descartar o material pelo vaso sanitário da residência. A brutalidade do crime chocou até mesmo os agentes envolvidos no caso, que classificaram a situação como "macabra".

A prisão foi efetuada por policiais da 6ª Delegacia Policial (Cidade Nova), com o auxílio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). O caso segue sob investigação pela Delegacia de Homicídios, que busca entender os detalhes da motivação do crime e se o acusado agiu sob alguma influência psicológica. O delegado responsável reforçou que Bruno permanece preso e será acusado formalmente por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

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