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UE e Japão anunciam pacto econômico e de transição energética

Aliança deverá combater 'coerção econômica e comércio desleal'

23 jul 2025 - 10h02
(atualizado às 11h08)
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A União Europeia e o Japão anunciaram nesta quarta-feira (23) um pacto de cooperação econômica e transição energética, que, dentre outros pontos, visa combater a "coerção econômica e o comércio desleal".

Em comunicado conjunto, as partes informaram que a "Aliança para a Competitividade", assinada em Tóquio, é baseada em três pilares: "aumentar o comércio bilateral; fortalecer a segurança econômica, o que incluiu a cooperação em cadeias de fornecimento de matérias-primas; e colaborar na inovação e na transição verde e digital".

O bloco e o país asiático também frisaram que a nova parceria seguirá contribuindo com a "manutenção e o fortalecimento de uma ordem econômica estável, previsível, livre, justa e baseada em regras".

"Reiteramos a importância da cooperação entre a UE e o Japão no apoio ao sistema de comércio multilateral livre e baseado em regras, com a Organização Mundial do Comércio (OMC), bem como na promoção de outros esforços de cooperação multilateral de modo a assegurar condições equitativas de concorrência através dos nossos esforços coordenados", esclareceu a nota.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou nesta quarta que a aliança com Tóquio deve ainda "combater a coerção econômica e as práticas comerciais desleais".

"Estamos fortalecendo nosso diálogo econômico de alto nível para garantir cadeias de suprimentos robustas, especialmente para matérias-primas e baterias. Isso também inclui o fortalecimento da economia circular, a garantia de estruturas para pesquisas conjuntas e uma proteção mais forte da infraestrutura crítica, tanto física quanto cibernética", acrescentou Von der Leyen.

Já o presidente do Conselho Europeu, António Costa, disse em coletiva de imprensa em Tóquio que "no complexo ambiente geopolítico atual, UE e Japão se erguem como um modelo de princípio de cooperação confiável".

"A segurança europeia está interconectada com a segurança do Indo-Pacífico", destacou Costa. 

Ansa - Brasil
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