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Trump volta a ameaçar Rússia com sanções

Republicano mencionou que decisão poderá ser tomada em 2 semanas

22 ago 2025 - 17h44
(atualizado às 17h56)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou nesta sexta-feira (22) a levantar a possibilidade de aplicar sanções à Rússia em virtude da guerra na Ucrânia.

Republicano mencionou que decisão poderá ser tomada em 2 semanas
Republicano mencionou que decisão poderá ser tomada em 2 semanas
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em declarações a repórteres no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, o republicano avaliou que as medidas contra Moscou poderão ser colocadas em prática em duas semanas.

"Acho que saberei a atitude da Rússia e, francamente, da Ucrânia. Nesse momento, tomarei uma decisão importante que poderá envolver sanções, tarifas ou ambos. Poderíamos não fazer nada e dizer: 'É responsabilidade de vocês'", disse Trump.

Quando questionado se não faria nada se o presidente da Rússia, Vladimir Putin, não se sentasse à mesa de negociações, o líder americano avaliou que a resposta chegará "em algumas semanas". O mandatário também manifestou insatisfação com o conflito em Kiev.

Apesar das ameaças, Trump amenizou o tom ao mostrar uma foto sua com Putin tirada no Alasca e sugeriu que o russo poderia viajar aos Estados Unidos para assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2026.

Paralelamente, o chefe do Kremlin elogiou Trump e não escondeu seu desejo de "restaurar totalmente as relações" com Washington.

"A ascensão de Trump é uma luz no fim do túnel para os laços entre a Rússia e os EUA. Estou confiante de que as qualidades de liderança de Trump ofereçam uma garantia sólida de que as relações serão restauradas. Espero que o ritmo de nossos esforços conjuntos nessa área continue", disse.

Por fim, Putin defendeu em uma reunião com funcionários de empresas da indústria nuclear do país que está fazendo todo o possível para frear o conflito no leste europeu.

"Dizem que nós começamos a guerra, mas esquecem que eles [Ucrânia] próprios iniciaram em 2014, quando usaram tanques e aeronaves contra a população civil de Donbass. Foi quando a guerra começou, e estamos fazendo tudo para impedi-la", finalizou. 

Ansa - Brasil
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