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Trump ameaça reação militar se Irã colocar minas no Estreito de Ormuz

Republicano prometeu 'consequências sem precedentes'

10 mar 2026 - 18h16
(atualizado às 18h23)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu "consequências militares sem precedentes" contra o Irã caso o país persa coloque minas navais no Estreito de Ormuz, rota marítima crucial para o escoamento da produção de petróleo e gás natural no Golfo Pérsico e que teria sido bloqueada por Teerã em represália aos ataques de Washington e de Israel.

"Se o Irã plantou minas no Estreito de Ormuz, o que ainda não temos relatos confirmados, que as removam imediatamente. Caso contrário, as consequências militares serão sem precedentes. Se as removerem, no entanto, será um passo na direção certa", escreveu o republicano nas redes sociais.

Na mensagem, Trump acrescentou que as forças americanas "eliminarão qualquer embarcação que tente plantar minas usando a mesma tecnologia empregada contra traficantes de drogas".

A ação do Irã não foi confirmada oficialmente, mas, segundo a emissora CBS, a inteligência de Washington começou a observar indícios de que Teerã estaria tomando medidas para posicionar os explosivos na importante rota marítima.

Paralelamente, o comandante naval da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, Alireza Tangsiri, afirmou em entrevista à Al Jazeera que qualquer embarcação americana que atravessar o Estreito de Ormuz será alvo de ataques. Ele também negou rumores de que um petroleiro teria cruzado a região com escolta militar dos EUA.

"Qualquer passagem da frota dos EUA e de seus aliados será bloqueada por mísseis iranianos e drones kamikaze", declarou o chefe da Marinha iraniana.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, negou que o país tenha escoltado um petroleiro, desmentindo uma publicação feita mais cedo pelo secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, que posteriormente foi removida das redes sociais.

Leavitt acrescentou que os Estados Unidos destruíram pelo menos 50 embarcações de Teerã e reiterou que a recente alta nos preços do petróleo é "temporária". O Pentágono, por sua vez, informou que aproximadamente 140 soldados americanos ficaram feridos até o momento no conflito contra forças iranianas.

Ansa - Brasil
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