0

Trégua entre Armênia e Azerbaijão se encerra em menos de 24h

Cessar-fogo acertado no sábado entrou em vigor à meia-noite (17h de Brasília), depois de uma tentativa de pausa mediada pela Rússia

18 out 2020
12h44
atualizado às 13h03
  • separator
  • 0
  • comentários
  • separator

Armênia e Azerbaijão se acusaram mutuamente neste domingo de violar um novo cessar-fogo humanitário em confrontos no enclave montanhoso de Nagorno-Karabakh, horas depois de concordarem com uma trégua.

Homens caminham por destroços de local atingido durante conflitos na cidade de Ganja, na região de Nagorno-Karabakh
11/10/2020 REUTERS/Umit Bektas
Homens caminham por destroços de local atingido durante conflitos na cidade de Ganja, na região de Nagorno-Karabakh 11/10/2020 REUTERS/Umit Bektas
Foto: Reuters

O cessar-fogo acertado no sábado entrou em vigor à meia-noite (17h de Brasília), depois de uma tentativa de pausa mediada pela Rússia com duração de uma semana não conseguir deter os piores combates no sul do Cáucaso desde os anos 1990. Pelo menos 750 pessoas foram mortas desde que os embates começaram, em 27 de setembro.

Às 7h10 (de Brasília) o Ministério da Defesa azeri disse que a região de Aghdam, adjacente a Nagorno-Karabakh, estava sob bombardeio armênio. A pasta informou que unidades militares armênias abriram fogo durante a noite com armas de grande calibre ao longo da fronteira, o que a Armênia negou.

A Armênia disse que o exército azeri havia disparado duas vezes durante a noite, usado artilharia e acusando Baku de rejeitar seu pedido de retirada de soldados feridos do campo de batalha.

Nagorno-Karabakh é um território montanhoso reconhecido internacionalmente como parte do Azerbaijão, mas povoado e governado por armênios étnicos.

Veja também:

Último debate entre Trump e Biden tem tom mais ameno, mas com troca de acusações; veja destaques
Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade