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Reféns israelenses libertados pedem à Cruz Vermelha que visite os ainda cativos

4 dez 2023 - 19h11
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Oito israelenses que foram reféns do Hamas e acabaram libertados escreveram nesta segunda-feira uma carta para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha pedindo que a organização humanitária ofereça assistência médica e visite seus parentes que seguem sob o poder do Hamas na Faixa de Gaza.    Em um ataque através da fronteira no dia 7 de outubro, militantes do Hamas mataram 1.200 pessoas e tomaram 240 reféns, segundo contagem israelense. O Hamas já libertou mais de cem dos reféns durante uma trégua de sete dias no mês passado, em troca da soltura, por parte de Israel, de palestinos detidos, além do aumento da entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.    Embora o acordo tenha sido intermediado pelo Catar, pelos Estados Unidos e pelo Egito, a libertação dos reféns e dos palestinos presos foi facilitada pela Cruz Vermelha.    Autoridades israelenses disseram que sete civis e um coronel do Exército morreram em cativeiro, e que 137 reféns permanecem na Faixa de Gaza, sob condição nem sempre conhecida.    Os reféns já liberados disseram na carta que passaram por "condições difíceis" no cativeiro e pediram que a Cruz Vermelha ajude a assegurar a soltura imediata daqueles que ainda estão sob poder do Hamas. Eles também solicitaram que a instituição faça visitas para verificar a saúde dos cativos e ofereça assistência médica e prova de vida, que consideram urgente.    Também disseram que o Hamas os sujeitou "à falta de tratamento médico para doenças e ferimentos com negligência culposa, grave escassez de alimento e condições de vida insalubres".    "Alguns dos reféns foram submetidos a abusos psicológicos e físicos", disse a carta.    A carta também solicitou uma reunião com o presidente da entidade.

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