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Promotor pede que suspeito de genocídio de Ruanda fique sob custódia da ONU

20 mai 2020 - 11h59
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Investigadores internacionais de crimes de guerra solicitaram que Felicien Kabuga, suspeito do genocídio de Ruanda, preso no fim de semana, seja transferido para custódia da Organização das Nações Unidas (ONU) para julgamento, disse um promotor nesta quarta-feira.

Cartaz oferece recompensa por Felicien Kabuga
19/05/2020
REUTERS/Benoit Tessier
Cartaz oferece recompensa por Felicien Kabuga 19/05/2020 REUTERS/Benoit Tessier
Foto: Reuters

Felicien Kabuga, de 84 anos, foi detido no subúrbio de Paris no sábado, depois de ficar foragido durante um quarto de século.

"Nós já solicitamos a transferência dele. É um mandado de prisão e uma acusação vindos do mecanismo da ONU", disse o promotor Serge Brammertz em entrevista.

Kabuga pode ser transferido para Haia antes de um julgamento em Arusha, na Tanzânia, onde um tribunal da ONU está lidando com casos que datam do genocídio de cerca de 800 mil pessoas em 1994, afirmou Brammertz.

Era inaceitável, segundo os advogados de Kabuga, que o Ministério Público da França tenha se referido ao magnata do chá e café no sábado como um dos principais autores do massacre, antes do início de qualquer julgamento.

Kabuga é o homem mais procurado de Ruanda. Ele foi indiciado em 1997 por sete acusações criminais, incluindo genocídio e incitação a cometer genocídio.

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