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Presidente de El Salvador mobiliza mais soldados para combate ao crime após impasse com parlamentares

19 fev 2020 - 13h44
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O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, mobilizou centenas de soldados para combater gangues na terça-feira, dias depois de ser criticado por irromper no Congresso com o Exército para pressionar parlamentares com seu plano de segurança.

Presidente de El Salvador, Nayib Bukele, discursa durante cerimônia de mobilização de militares para reforçar plano de segurança em San Salvador
18/02/2020
REUTERS/Jose Cabezas
Presidente de El Salvador, Nayib Bukele, discursa durante cerimônia de mobilização de militares para reforçar plano de segurança em San Salvador 18/02/2020 REUTERS/Jose Cabezas
Foto: Reuters

Os 1.400 soldados se juntarão aos cerca de 8.600 que já estão atuando no combate contra o crime, um aumento de cerca de 16%.

Nas últimas semanas, Bukele, que tomou posse em julho, exortou os parlamentares a aprovarem um empréstimo de 109 milhões de dólares para ajudar a equipar policiais e soldados que enfrentam o crime em uma nação assolada pela violência das gangues. Ele retomou a ofensiva na terça-feira, fazendo um discurso diante de centenas de soldados, queixando-se de que os parlamentares estão adiando a aprovação dos fundos e acusando-os de apoiar os criminosos.

"Estes são dias difíceis, nos quais vocês decidiram apoiar e proteger o povo salvadorenho, dias nos quais sabemos que a maioria dos políticos estão protegendo criminosos, dias nos quais sabemos que deputados e ex-ministros financiaram os criminosos que vocês terão que perseguir e capturar", disse Bukele.

Ele recebeu críticas por ter ocupado brevemente a Assembleia Nacional em 9 de fevereiro, quando se sentou na cadeira reservada ao presidente do Congresso e uniu as mãos para orar enquanto soldados em uniforme de batalha observavam.

"Os parlamentares ficam escandalizados quando veem um soldado, mas não ficaram escandalizados quando membros de gangues entraram na Assembleia Legislativa para negociar as vidas dos salvadorenhos", disse Bukele.

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