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Países do G7 "não têm tempo a perder" para reduzir dependência de terras raras, diz ministro da Alemanha

18 mai 2026 - 16h15
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‌Os países do G7 têm alguns caminhos a escolher em sua iniciativa para reduzir a dependência de terras raras, mas não têm tempo a perder, disse ⁠o ministro das Finanças alemão, Lars ‌Klingbeil, nesta segunda-feira.

O ministro das Finanças e vice-chanceler alemão, Lars Klingbeil, em Paris, França
18 de maio de 2026
REUTERS/Abdul Saboor
O ministro das Finanças e vice-chanceler alemão, Lars Klingbeil, em Paris, França 18 de maio de 2026 REUTERS/Abdul Saboor
Foto: Reuters

Os governos do G7 tentam coordenar esforços para reduzir sua ‌dependência de minerais críticos ‌e terras raras da China, que ⁠domina as cadeias de suprimentos vitais para tecnologias como veículos elétricos, energia renovável e sistemas de defesa.

"Não devemos cair em um tom de reclamação", disse ‌Klingbeil a jornalistas durante cúpula de ministros ‌das Finanças ⁠e presidentes ⁠de Bancos Centrais dos países do G7, em ⁠Paris.

"Em vez ‌disso, temos que ‌trabalhar nossos pontos fortes."

Para Klingbeil, os países do G7 devem melhorar as aquisições e analisar onde a produção ⁠pode ser expandida. Ele também propôs cotas de reciclagem, estabelecendo metas ou requisitos para recuperar e reutilizar uma parcela de matérias-primas ‌essenciais como as terras raras.

"Portanto, as propostas estão todas sobre a mesa e ⁠não temos tempo a perder", disse Klingbeil.

Ele argumentou que a guerra do Irã expôs a dependência dos países do G7 em relação aos combustíveis fósseis, assim como a guerra na Ucrânia expôs a dependência da Alemanha do gás russo.

"Temos que ter muito cuidado para não cairmos na próxima dependência, na qual, para ser honesto, já estamos", disse.

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