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Alerta amarelo de tempo severo antecedeu tragédia com mergulhadores italianos nas Maldivas

Região onde grupo explorava cavernas submarinas havia recebido aviso de condições perigosas para embarcações

17 mai 2026 - 17h10
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As Maldivas vivem uma grande operação de buscas após a morte de cinco turistas italianos durante um mergulho em uma caverna submarina profunda. O acidente ocorreu no Atol de Vaavu e mobilizou barcos, aeronaves e equipes especializadas em uma região considerada de alto risco até mesmo para mergulhadores experientes. Uma das vítimas é Monica Montefalcone, que sobreviveu a um tsunami em 2004.
As Maldivas vivem uma grande operação de buscas após a morte de cinco turistas italianos durante um mergulho em uma caverna submarina profunda. O acidente ocorreu no Atol de Vaavu e mobilizou barcos, aeronaves e equipes especializadas em uma região considerada de alto risco até mesmo para mergulhadores experientes. Uma das vítimas é Monica Montefalcone, que sobreviveu a um tsunami em 2004.
Foto: Divulgação/Greenpeace

Um alerta amarelo de tempo severo para embarcações havia sido emitido na região do Atol de Vaavu, nas Maldivas, antes do acidente que matou cinco mergulhadores italianos durante uma expedição submarina. Neste sábado, 16, o caso levou a mais uma morte, de um integrante da equipe de resgate que participava das buscas pelos corpos.

O grupo desapareceu na quinta-feira, 14, enquanto explorava cavernas submarinas próximas da ilha de Alimatha, em uma área conhecida pelas correntes marítimas intensas e pela complexidade dos mergulhos técnicos.

Autoridades locais classificaram o caso como o pior acidente de mergulho já registrado no país. Segundo o governo italiano, os mergulhadores desceram a cerca de 50 metros de profundidade para explorar cavernas submersas no Atol de Vaavu, região famosa entre praticantes de mergulho avançado.

O local é conhecido pelos canais estreitos, túneis naturais e correntes oceânicas consideradas perigosas, especialmente em períodos de instabilidade climática.

Mesmo diante das condições adversas, a equipe era formada majoritariamente por pesquisadores experientes.

Entre as vítimas estavam Monica Montefalcone, professora de biologia marinha da Universidade de Gênova; sua filha Giorgia Sommacal, de 20 anos; a pesquisadora Muriel Oddenino; e o cientista marinho Federico Gualtieri. O grupo também era acompanhado pelo instrutor de mergulho Gianluca Benedetti, que morreu durante a expedição.

Uma outra estudante da Universidade de Gênova foi a única sobrevivente direta do grupo de pesquisadores. Segundo o La Repubblica, ela estava preparada para participar da expedição submarina, mas decidiu permanecer no iate Duke of York pouco antes do mergulho.

O motivo da mudança de decisão não foi divulgado.

Mergulhador do resgate morreu durante buscas

As operações de resgate também acabaram marcadas por uma nova morte. Segundo o jornal italiano La Repubblica, o Sargento-Mor Mohammed Mahdi, integrante das Forças de Defesa Nacional das Maldivas, passou mal enquanto participava da missão de recuperação dos corpos.

De acordo com a publicação, Mahdi sofreu doença descompressiva, condição provocada pela formação de bolhas de gás no sangue e nos tecidos após mudanças bruscas de pressão durante mergulhos.

O militar fazia parte de uma equipe com outros sete mergulhadores. Ele chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu.

Fonte: Portal Terra
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