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Obama entra na campanha de Biden e faz críticas a desempenho de Trump

21 out 2020
20h57
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O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama estreou na campanha presidencial de 2020 nesta quarta-feira, fazendo um ataque voraz ao presidente Donald Trump a menos de duas semanas do dia da eleição que decidirá a disputa entre o líder republicano e o desafiante democrata, Joe Biden.

Ex-presidente dos EUA Barack Obama durante comício na campanha de Joe Biden
21/10/2020
REUTERS/Kevin Lamarque
Ex-presidente dos EUA Barack Obama durante comício na campanha de Joe Biden 21/10/2020 REUTERS/Kevin Lamarque
Foto: Reuters

Ao falar em um comício ao estilo "drive-in" na Filadélfia representando Biden, seu ex-vice-presidente, Obama fez uma de suas críticas mais duras até hoje de seu successor.

"Ele não demonstrou qualquer interesse em fazer o trabalho ou em ajudar alguém que não seja ele mesmo", disse Obama sobre Trump.

Obama, que governou por dois mandatos e continua sendo umas das figuras mais populares do Partido Democrata, atacou Trump por sua condução da pandemia do coronavírus, notando que o próprio presidente havia sido vítima do vírus.

"Donald Trump não irá repentinamente proteger a todos nós", disse. "Ele não pode nem tomar os passos básicos para se proteger".

A aparição de Obama nos eventos da campanha preenche um vácuo deixado por Biden, que tem ficado em casa no Delaware desde segunda-feira fazendo reuniões e se preparando para o debate desta semana com Trump em Nashville, no Tennessee.

Os norte-americanos estão votando antecipadamente em um ritmo sem precedentes neste ano, com mais de 41 milhões de votos feitos por correspondência ou pessoalmente antes do dia da eleição, em 3 de novembro, por conta de preocupações pelo coronavírus e para garantir que seus votos sejam contabilizados.

Na noite desta quarta-feira, Trump faz um comício na Carolina do Norte, um outro Estado decisivo onde as pesquisas de opinião indicam uma disputa apertada.

Biden e Trump se encontrarão no segundo debate entre ambos na noite de quinta-feira, o que dará ao republicano uma chance de mudar o curso da disputa, que tem o democrata na liderança das pesquisas nacionais.

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