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Moscou diz que Trump mantém interesse em mediar guerra com Kiev

Kremlin critica retaliação ucraniana: 'obstáculo para paz'

27 mai 2025 - 10h36
(atualizado às 10h48)
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O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serghei Lavrov, afirmou nesta terça-feira (27) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, permanece "interessado em prosseguir com as negociações" entre Moscou e Kiev. A declaração chega um dia após o americano chamar seu homólogo russo de "louco" por ter realizado no domingo (25) "o pior ataque" contra o país vizinho desde o início da guerra, em fevereiro de 2022.

Danos em Kiev após ataques aéreos russos
Danos em Kiev após ataques aéreos russos
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"[A mediação] foi uma iniciativa sua [de Trump] e do presidente [ russo, Vladimir] Putin", frisou Lavrov durante uma coletiva de imprensa, segundo a Tass. O ministro também citou uma frase muito frequente do mandatário de Washington, que "a guerra [entre Rússia e Ucrânia] não é sua, mas de [seu antecessor] Joe Biden".

"Os mais histéricos em suas posições russofóbicas querem forçar os EUA e a atual administração [Trump] a mudar de ideia e adotar o posicionamento de Joe Biden", reforçou o representante do governo Putin, referindo-se indiretamente ao bom relacionamento entre o republicano e o líder russo, além do apoio do ex-presidente americano à Ucrânia com a entrega de armamentos durante seu mandato, encerrado em meados de janeiro deste ano.

Já o Kremlin e o Ministério da Defesa da Rússia condenaram hoje os "contínuos ataques ucranianos com drones contra o território russo", resultado da maior ofensiva de Moscou ao país vizinho no último 25 de maio, que deixou ao menos 12 mortos e mais de 60 feridos.

"No mínimo, isso [os ataques] não contribuem para avançar o processo de paz", declarou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, citado pela Ria Novosti, enquanto o Ministério da Defesa classificou os bombardeios como "uma série de provocações por parte de Kiev, com apoio de alguns países europeus" que gera um "obstáculo para o processo de paz". 

Ansa - Brasil
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