Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Ministro representará Itália em 1ª reunião de Conselho de Paz de Trump

Tajani reiterou que o país será apenas 'observador' no organismo

18 fev 2026 - 11h09
(atualizado às 11h19)
Compartilhar
Exibir comentários

O vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, confirmou que participará da primeira reunião do assim chamado "Conselho de Paz" do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a Faixa de Gaza, porém reiterou que o país será apenas "observador".

Ministro Antonio Tajani durante visita a Tirana, na Albânia
Ministro Antonio Tajani durante visita a Tirana, na Albânia
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Eu irei a Washington representar a Itália como observadora nessa primeira reunião do Conselho de Paz, para estarmos presentes no momento em que se fala e se toma decisões para a reconstrução de Gaza e o futuro da Palestina", declarou Tajani nesta quarta-feira (18).

"A Itália é protagonista na área do Mediterrâneo, e não podemos não ser parte de uma estratégia que deve nos ter na primeira linha. Nós devemos fazer aquilo que sempre fizemos para a construção da paz e para a estabilidade de toda a área do Oriente Médio", acrescentou.

Segundo o ministro, trata-se de uma escolha política que "respeita a Constituição da República". A reunião inaugural do colegiado será nesta quinta (19).

Inicialmente, a Itália havia sido convidada para integrar o Conselho de Paz como membro fundador, porém a premiê Giorgia Meloni hesitou em aderir à iniciativa diante de possíveis incompatibilidades com a Constituição, que proíbe a concessão de pedaços da soberania nacional sem condições de igualdade com outros Estados.

O país será o único membro do G7 e da Europa Ocidental a participar da iniciativa, ainda que como "observador". O Conselho de Paz tem como objetivo monitorar a governança e a reconstrução da Faixa de Gaza, porém, segundo a Casa Branca, também pode se estender a outros locais de conflito, o que levantou preocupações de que Trump estaria tentando criar uma espécie de ONU paralela.

O magnata republicano será presidente vitalício desse colegiado, com poder de veto, e os EUA têm pedido uma contribuição de US$ 1 bilhão para um país ter direito de ser membro permanente do organismo.

Ansa - Brasil
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade