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Merz defende ampliação da parceria entre Alemanha e China

Em visita a Pequim, chanceler citou desejo de reforçar laços econômicos com asiáticos

25 fev 2026 - 14h41
(atualizado às 14h49)
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O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, reuniu-se nesta quarta-feira (25) com as principais lideranças da China e destacou que pretende expandir as relações econômicas e diplomáticas de seu país com o gigante asiático.

Em visita a Pequim, chanceler citou desejo de reforçar laços econômicos com asiáticos
Em visita a Pequim, chanceler citou desejo de reforçar laços econômicos com asiáticos
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O político europeu, que está em visita oficial a Pequim, encontrou-se com o presidente da China, Xi Jinping, e com o primeiro-ministro do país, Li Qiang. Na ocasião, o chanceler afirmou que há "grande potencial para crescimento futuro".

"Atribuo grande importância à manutenção e ao aprofundamento dessas relações sempre que possível. Compartilhamos responsabilidades no mundo e devemos estar à altura delas juntos. Temos preocupações muito específicas em relação à nossa cooperação, que queremos aprimorar e tornar mais justa", disse Merz, acrescentando ser necessário manter um "canal de comunicação aberto" entre os países.

Em sua conversa com o chanceler alemão, o presidente chinês afirmou que espera levar as relações bilaterais a "novos patamares".

"Estou disposto a trabalhar com o chanceler para que, juntos, nos comprometamos a impulsionar continuamente a parceria estratégica abrangente entre China e Alemanha a novos patamares", declarou Xi.

O presidente acrescentou que "sempre atribuiu grande importância às relações sino-alemãs" e que os dois países devem buscar fortalecer sua cooperação estratégica.

O premiê chinês, por sua vez, pediu ao chanceler da Alemanha que ajude a proteger o livre comércio global, que, segundo Li, enfrenta grandes desafios atualmente.

"A China e a Alemanha, como duas das principais economias do mundo com influência significativa, devem proteger conjuntamente o multilateralismo e o livre comércio", declarou. .

Ansa - Brasil
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