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Memorando da FDA relaciona 10 mortes de crianças às vacinas contra a Covid, informa o New York Times

29 nov 2025 - 12h41
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A Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla inglês) disse que pelo menos 10 crianças provavelmente morreram "por causa" das vacinas contra a Covid-19, citando a miocardite, ou inflamação do coração, como uma possível causa, informou o New York Times na sexta-feira.

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos, que inclui a FDA, não respondeu imediatamente a uma solicitação da Reuters para comentar a notícia fora do horário comercial. Mas o comissário da FDA, Marty Makary, confirmou a notícia neste sábado em uma entrevista na TV.

"Parece que houve 10 mortes de crianças por causa das vacinas contra a Covid", disse ele ao programa de fim de semana "Fox & Friends" da Fox News, citando dados coletados durante o governo Biden.

O secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., mudou drasticamente a política do governo em relação às vacinas contra a Covid, limitando o acesso a elas a pessoas com 65 anos ou mais, bem como àquelas com doenças subjacentes.

Kennedy, que já era contra vacinas antes de assumir o principal cargo de saúde do país no governo do presidente Donald Trump, também associou as vacinas ao autismo e procurou reescrever as políticas de imunização do país.

Durante o primeiro mandato de Trump, quando a pandemia eclodiu, e sob seu sucessor Joe Biden, as autoridades de saúde dos EUA endossaram fortemente as vacinas como salvadoras de vidas.

As vacinas contra a Covid lançadas em 2020 foram "incríveis para as pessoas em risco e para os idosos", disse Makary à "Fox & Friends". Mas dar certas vacinas contra a Covid anualmente para os jovens agora "não é baseado na ciência", disse ele.

O memorando, escrito pelo diretor médico e científico da FDA, Vinay Prasad, não revelou as idades ou condições de saúde das crianças, nem os fabricantes de vacinas envolvidos, disse o New York Times.

Prasad chamou a descoberta, segundo o jornal, de "uma profunda revelação" e anunciou planos para reforçar a supervisão das vacinas, incluindo a exigência de estudos randomizados para todos os subgrupos.

Os resultados da nova análise da FDA não foram publicados em uma revista médica revisada por pares, informou o Times, acrescentando que o comitê de vacinas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças se reunirá na próxima semana.

Prasad, um oncologista que foi um crítico feroz da vacina contra a Covid-19 dos EUA e das exigências de máscara, recuperou seu papel como diretor médico e científico da FDA em setembro. Ele aconselha o comissário da FDA e outras autoridades sobre questões médicas e científicas emergentes que afetam a ciência regulatória e a saúde pública.

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