Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Macron reafirma esforços para reabrir Estreito de Ormuz, enquanto TotalEnergies alerta para escassez de energia

25 abr 2026 - 14h53
Compartilhar
Exibir comentários

O presidente francês, Emmanuel Macron, ‌reiterou neste sábado que estava concentrado nos esforços para reabrir o Estreito de Ormuz, um dia depois que o chefe da TotalEnergies alertou para a escassez global de energia caso a guerra com o Irã se prolongue por ⁠meses.

Macron, falando em uma coletiva de imprensa em Atenas ao ‌lado do primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis, disse que o pânico causado pela incerteza geopolítica pode, por si ‌só, levar à escassez.

"Nosso objetivo é ‌alcançar uma reabertura completa nos próximos dias e ⁠semanas, em conformidade com o direito internacional, garantindo a liberdade de navegação sem pedágio no Estreito de Ormuz. Então, as coisas poderão gradualmente voltar ao normal", disse Macron.

O presidente-executivo da TotalEnergies , Patrick Pouyanne, pressionou na sexta-feira pela reabertura ‌do estreito, por onde normalmente flui cerca de um quinto ‌do suprimento mundial ⁠de petróleo ⁠e gás.

A circulação pelo estreito, que também é uma importante rota ⁠de transporte de mercadorias, ‌incluindo fertilizantes e produtos ‌farmacêuticos, está bloqueada devido à guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, já que o Irã apreendeu navios porta-contêineres e os Estados Unidos impuseram ⁠um bloqueio aos portos iranianos.

"Se isso durar mais dois ou três meses, entraremos em um mundo de escassez de energia, como os países asiáticos já sofreram", disse Pouyanne na Conferência Mundial ‌de Políticas em Chantilly, nos arredores de Paris. "Não se pode ter 20% do petróleo e gás do planeta ⁠inacessíveis e sem consequências graves."

Mais de uma dúzia de países afirmaram estar dispostos a participar de uma missão internacional liderada pela França e pelo Reino Unido para proteger a navegação no estreito quando as condições permitirem, mesmo com o presidente dos EUA, Donald Trump, declarando que não precisa da ajuda de seus aliados.

"Estamos todos no mesmo barco, e não é um barco que escolhemos, se me permitem dizer. Somos vítimas da geopolítica e somos vítimas desta guerra que começou há vários meses", disse Macron no sábado.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar

Comentários

As opiniões expressas nos comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Terra.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra