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Líbano diz que mais de mil morreram em guerra no Oriente Médio

Milhares de pessoas também foram forçadas a deixar suas casas no país

19 mar 2026 - 12h52
(atualizado às 13h02)
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O Ministério da Saúde do Líbano anunciou nesta quinta-feira (19) que os ataques realizados por Israel no país já mataram mais de mil pessoas desde o início da guerra entre Israel e o grupo Hezbollah, em 2 de março.

Milhares de pessoas também foram forçadas a deixar suas casas no país
Milhares de pessoas também foram forçadas a deixar suas casas no país
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A pasta também informou que, entre as vítimas dos bombardeios de Tel Aviv, estão 79 mulheres, 118 crianças e 40 profissionais de saúde. Além disso, outras 2,5 mil pessoas ficaram feridas.

Paralelamente, as Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram que mais de 20 integrantes do Hezbollah morreram na quarta-feira (18), durante operações terrestres no sul do Líbano. De acordo com o Times of Israel, as forças israelenses pretendem expandir ainda mais a zona tampão para afastar a ameaça do grupo xiita da fronteira.

Para auxiliar a população libanesa, um avião partiu de Brindisi, na Itália, e chegou ao país do Oriente Médio transportando mais de 11 mil itens de ajuda humanitária, financiados pelo governo de Giorgia Meloni. A entrega permitirá que o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros ampliem a assistência às pessoas deslocadas e às comunidades afetadas em toda a nação.

O órgão também destacou que mais de um milhão de pessoas foram forçadas a deixar vilarejos e cidades no sul do Líbano devido aos alertas de evacuação israelenses e aos bombardeios contínuos.

"A maioria fugiu rapidamente, deixando para trás casas, empregos e tudo o que possuía. Muitas famílias ainda estão em movimento em busca de segurança e abrigo", informou o ACNUR.

Em Bruxelas, na Bélgica, a comissária da União Europeia, Dubravka Suica, reuniu-se com o líder do partido de oposição libanês Kataeb, Samy Gemayel, e manifestou solidariedade ao país.

"Neste momento crítico, a UE está ao lado do povo libanês. A proteção dos civis e o respeito à soberania do Líbano continuam sendo fundamentais. Mantemos nosso compromisso de apoiar as principais reformas previstas em nosso pacote de 1 bilhão de euros e de reforçar o apoio às Forças Armadas Libanesas e à Unifil", escreveu a croata em suas redes sociais. .

Ansa - Brasil
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