Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Mundo

Publicidade

Juiz liberta homem preso por assediar menina de 13 anos na Itália após arrependimento

Magistrado considerou que acusado não tem antecedentes criminais e mostrou arrependimento

1 set 2026 - 13h47
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Um juiz italiano libertou um homem de 42 anos acusado de forçar uma menina de 13 anos a atos sexuais em uma loja de conveniência em Turim. Apesar das filmagens comprovarem o crime e o assédio a outra mulher minutos antes, o magistrado considerou o arrependimento do réu, a ausência de antecedentes e sua cooperação com a polícia para conceder a soltura mediante apresentação periódica, rejeitando o pedido de prisão preventiva da promotoria.

Um juiz italiano decidiu libertar um homem de 42 anos, preso sob a acusação de forçar uma menina de 13 anos a se submeter a atos sexuais dentro da loja de conveniência onde trabalha, em Turim.

    Durante audiência para validar a prisão nesta terça-feira (1º), o magistrado considerou que o suspeito não possui antecedentes criminais, colaborou com as investigações e demonstrou arrependimento durante o interrogatório. O caso foi noticiado pelo jornal La Stampa.

    "Cometi um erro. Nunca cometi um crime antes; é a primeira vez que isso acontece e sinto muito", afirmou o acusado, cuja identidade não foi revelada.

    O juiz constatou a existência de "indícios graves de culpa", destacando que o relato da vítima, de apenas 13 anos, era "lógico e coerente" e estava corroborado pelas imagens das câmeras de segurança do estabelecimento.

    No entanto, o magistrado decidiu libertar o homem, impondo como medida cautelar apenas a obrigação de comparecer periodicamente à polícia.

    Ao justificar a decisão, o juiz também levou em consideração a "atitude colaborativa" e o "arrependimento" demonstrados pelo suspeito, além de sua ficha criminal limpa.

    Segundo a investigação, a adolescente havia entrado na loja de conveniência para fazer compras. No momento de pagar, o homem teria cometido um grave assédio contra ela.

    A menina saiu correndo do estabelecimento e telefonou para a mãe. Na sequência, a família acionou imediatamente a polícia.

    O promotor Paolo Cappelli havia solicitado a prisão preventiva do suspeito, que foi representado pela advogada Francesca D'Urzo.

    Ao determinar a liberdade do homem, o juiz de instrução preliminar (GIP) também considerou o fato de o próprio suspeito ter facilitado o acesso da polícia às imagens das câmeras de segurança.

    As gravações, no entanto, revelaram que, poucos minutos antes do episódio envolvendo a adolescente, o homem também havia abordado e assediado outra cliente ? uma mulher de aproximadamente 40 anos. .

Ansa - Brasil
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra