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Itália registra mais 3 mortes por febre do Nilo Ocidental

Doença tropical já provocou 20 óbitos no país em 2025

11 ago 2025 - 13h01
(atualizado às 13h48)
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A Itália contabilizou nesta segunda-feira (11) mais três mortes provocadas pela febre do Nilo Ocidental, doença transmitida por meio de picadas de mosquitos e que pode ser fatal para idosos ou pessoas com comorbidades.

Mosquito transmissor da febre do Nilo Ocidental
Mosquito transmissor da febre do Nilo Ocidental
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Um homem de 83 anos faleceu na província de Caserta, no sul do país; outro indivíduo, de 85, morreu na província de Latina, no Lazio, centro da península; e um terceiro, também de 85, foi a óbito na província de Milão, na Lombardia, no norte. Os três estavam internados havia alguns dias.

Com isso, a Itália já soma nove mortos no Lazio, oito na Campânia, um na Lombardia, um na Calábria, no sul, e um no Piemonte, no norte, totalizando 20 óbitos pela febre do Nilo Ocidental em 2025, todos eles ocorridos a partir de julho.

Todas as vítimas eram idosos com comorbidades. A doença, cujo nome faz referência à região da África onde foi descoberta, tem origem tropical e é transmitida por mosquitos, cuja circulação tem aumentado na Itália e na Europa como um todo.

Na maioria dos casos, os pacientes sofrem somente sintomas leves, mas a patologia pode ser perigosa para indivíduos frágeis, como idosos, imunossuprimidos ou com doenças crônicas.

Nas situações mais graves, os sintomas incluem febre alta, cefaleia intensa, fraqueza muscular, desorientação, tremores, distúrbios na visão, convulsões e coma. Também existe o risco de efeitos neurológicos permanentes.

O governo da Itália assegura que a doença está "sob controle" e que os dados de 2025 estão em linha com os anos anteriores.

Ansa - Brasil
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