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Itália julga jovem acusada de matar e enterrar bebês em quintal

Chiara Petrolini teria escondido gestações de familiares

15 set 2025 - 12h40
(atualizado às 12h48)
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Começou na cidade de Parma, na Itália, o julgamento de Chiara Petrolini, estudante de 22 anos acusada de matar dois filhos recém-nascidos e de sepultá-los no jardim de sua casa em Traversetolo, pequeno município de menos de 10 mil habitantes.

Chiara Petrolini antes de audiência de julgamento em Parma
Chiara Petrolini antes de audiência de julgamento em Parma
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O caso eclodiu em agosto de 2024, quando investigadores encontraram o cadáver de um menino enterrado no quintal da residência. Mais tarde, foram descobertos os restos mortais de outro recém-nascido morto no ano anterior.

O inquérito revelou que Petrolini escondeu as duas gestações da família e de seu então namorado, Samuel Granelli. De acordo com o Ministério Público, ela deu à luz sozinha, matou os dois bebês logo após os nascimentos e os enterrou com as próprias mãos no jardim de casa.

O segundo parto ocorreu dois dias antes de a jovem viajar de férias com os pais para Nova York, nos Estados Unidos. Em uma conversa gravada pela polícia em agosto de 2024, após ela ter sido notificada sobre a investigação, Petrolini diz aos genitores que "ninguém sabia de nada" e que ela fez "tudo sozinha".

A estudante alega, no entanto, que os dois bebês eram natimortos. Durante uma audiência nesta segunda-feira (15), Petrolini chegou a abandonar o tribunal quando a acusação exibiu a foto do menino encontrado morto em agosto de 2024.

Granelli também não quis ver a imagem e deixou a sala. Recentemente, ele reconheceu os dois filhos e assinou suas certidões de nascimento e óbito, dando a eles os nomes de Angelo Federico e Domenico Matteo, com a participação de Chiara.

Um tenente-coronel da delegacia da Arma dos Carabineiros em Traversetolo depôs no processo nesta segunda e contou que amigos de Petrolini relataram um estilo de vida incompatível com uma gravidez, com consumo frequente de álcool, cigarros e maconha.

"Todos excluíram da maneira mais categórica que Chiara Petrolini pudesse estar grávida", relatou o policial. Enquanto isso, a jovem segue em prisão domiciliar e com tornozeleira eletrônica. 

Ansa - Brasil
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