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Israel matou quase mil na Cisjordânia desde 2023, diz ONU

Guerra deixou mais de 42 mil palestinos deslocados na região

27 ago 2025 - 14h50
(atualizado às 15h09)
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O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos revelou nesta quarta-feira (27) que quase mil palestinos morreram na Cisjordânia desde o início da guerra entre Israel e Hamas, em outubro de 2023, que também deixou mais de 42 mil deslocados na região.

Israel destruiu centenas de oliveiras em Al Mughayyir, na Cisjordânia
Israel destruiu centenas de oliveiras em Al Mughayyir, na Cisjordânia
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Na Cisjordânia, desde outubro de 2023, 982 palestinos foram mortos por forças israelenses e colonos, e mais de 42 mil foram deslocados à força devido a operações militares, demolições de casas e ataques de colonos", denunciou o escritório da ONU no X.

No domingo (24), o vilarejo de Al Mughayyir voltou a ser alvo das Forças de Defesa de Israel (IDF) poucos dias após sofrer uma primeira ofensiva: desta vez, o exército destruiu centenas de oliveiras em quase 30 hectares, de modo a pressionar a população palestina a deixar suas terras.

"A violência deste fim de semana em Al Mughayyir é mais um exemplo da opressão e coerção contínuas contra os palestinos.

Toda essa violência precisa acabar e deve ser garantida uma responsabilidade imparcial", afirmou o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk.

Já o vice-coordenador especial da ONU para o processo de paz no Oriente Médio, Ramiz Alakbarov, disse em reunião do Conselho de Segurança que "os territórios palestinos ocupados continuam a se deteriorar a um nível nunca visto na história recente".

"Mais de 22 meses após o início das hostilidades, Gaza se afunda cada vez mais no desastre, marcado pelo rápido aumento do número de vítimas civis, deslocamentos em massa e, agora, pela fome. Reféns mantidos pelo Hamas e outros grupos armados palestinos continuam a definhar em condições precárias. Enquanto isso, a Cisjordânia ocupada, incluindo Jerusalém Oriental, também enfrenta uma crise sem precedentes", declarou Alakbarov.

Ansa - Brasil
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