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Homem pega 11 anos de prisão na Itália por matar filho para proteger esposa

Nicolò Borghini foi morto após voltar embriagado e agredir a mãe em sua casa

6 mar 2026 - 15h51
(atualizado às 15h59)
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Um tribunal de Novara, na Itália, condenou nesta sexta-feira (6) um homem a 11 anos de prisão pelo assassinato de seu próprio filho, ocorrido em 2025, após uma discussão familiar em Ornavasso, na região do Piemonte.

Nicolò Borghini foi morto após voltar embriagado e agredir a mãe em sua casa
Nicolò Borghini foi morto após voltar embriagado e agredir a mãe em sua casa
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Edoardo Borghini, de 64 anos, matou Nicolò Borghini, de 34, depois que o filho voltou para a casa completamente embriagado e atacou seus familiares, especialmente a mãe. Ele a agarrou pelo pescoço, bateu sua cabeça contra a parede e mordeu seu braço.

Na sequência, Nicolò descontou sua fúria no pai, que pegou um rifle que possuía legalmente e, no corredor de sua casa, disparou dois tiros à queima-roupa contra o filho. Imediatamente após o incidente, Edoardo acionou os carabineiros, relatando o ocorrido.

"Ele estava fora de si, completamente desvairado. Achei que precisava impedi-lo", disse Edoardo em depoimento durante o julgamento.

De acordo com os investigadores, o motivo do surto de raiva de Nicolò foi ter encontrado a porta da garagem de casa fechada.

Os exames toxicológicos revelaram um nível de álcool no sangue de aproximadamente 2,5 gramas por litro e as audiências indicaram outros incidentes de violência por parte do filho.

O Ministério Público de Verbania havia solicitado uma pena de 22 anos de detenção para o réu, mas os magistrados acataram as circunstâncias atenuantes e a acusação de provocação.

"Estou convencido de que há espaço para melhorar esta sentença. Vamos aguardar os fundamentos, mas reconhecemos que os argumentos da defesa foram levados em consideração. Este é um processo muito delicado, já que para Edoardo, a pena não é a prisão, mas o castigo moral de ter matado o próprio filho. Ele nunca encontrará paz", disse Gabriele Pipicelli, advogado de Edoardo. .

Ansa - Brasil
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