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Homem é preso no Equador após entrar escondido em quartel para roubar armas

Segundo as autoridades equatorianas, o invasor faz parte do grupo Los Choneros. O país está em estado de emergência desde semana passada

15 jan 2024 - 11h24
(atualizado às 12h24)
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Resumo
Um suspeito foi preso em flagrante dentro do quartel militar de Quevedo, Equador, após planejar um roubo de armas e ataques contra os agentes. O invasor faz parte da facção Los Choneros, uma das 22 organizações terroristas listadas pelo presidente do Equador, com o decreto de emergência de 60 dias que inclui toque de recolher e presença militar nas ruas e prisões.
Policiais e militares patrulham uma rua em 9 de janeiro de 2024 em Guayaquil, Equador. Um grupo de homens armados e encapuzados invadiu o TC Guayaquil durante uma transmissão de notícias ao vivo e manteve um membro da mídia sob a mira de uma arma, já que o país está atualmente sob estado de emergência em busca do criminoso mais procurado.
Policiais e militares patrulham uma rua em 9 de janeiro de 2024 em Guayaquil, Equador. Um grupo de homens armados e encapuzados invadiu o TC Guayaquil durante uma transmissão de notícias ao vivo e manteve um membro da mídia sob a mira de uma arma, já que o país está atualmente sob estado de emergência em busca do criminoso mais procurado.
Foto: Romina Duarte/Agencia Press South/Getty Images

Um homem foi preso em flagrante ao entrar escondido nas instalações do quartel militar em Quevedo, Equador, no último sábado, 13. Segundo informações do Exército, o suspeito planejava roubar armas armazenadas no local e fazer ataques contra os agentes

Ainda segundo as autoridades equatorianas, o invasor faz parte do grupo Los Choneros. Esta facção está entre as 22 organizações declaradas como terroristas pelo presidente do Equador, Daniel Noboa, por meio de um decreto assinado em 9 de janeiro. A identificação do homem, no entanto, não foi divulgada.

Noboa decretou na segunda-feira, 8, estado de emergência de 60 dias no país, incluindo toque de recolher e presença militar nas ruas e nas prisões, em meio a uma nova crise no sistema penitenciário. A medida é uma reação a incidentes em seis prisões do país, incluindo a retenção de agentes penitenciários por detentos, relatados nesta segunda-feira pela agência do sistema penitenciário SNAI.

As ações dos presos ocorrem um dia depois que José Adolfo Macías, conhecido como "Fito", um dos presos mais perigosos do país e líder do grupo criminoso Los Choneros, desapareceu da prisão onde estava cumprindo sentença de 34 anos.

A medida permite que os militares apoiem o trabalho de segurança interna da polícia, tanto nas prisões quanto nas ruas. Ela também estabelece um toque de recolher das 23h às 5h e outras restrições.

Fonte: Redação Terra
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