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Itamaraty diz acompanhar 'com preocupação' manifestações no Irã e pede por diálogo

Governo brasileiro se manifestou por meio de nota nesta terça-feira, 13; protestos pedem o fim do regime dos aiatolás

13 jan 2026 - 18h10
(atualizado às 19h13)
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Pessoas se reúnem durante um protesto em 8 de janeiro de 2026 em Teerã, Irã. As manifestações ocorrem desde dezembro, desencadeadas pela inflação galopante e pelo colapso do rial, e se expandiram para reivindicações mais amplas por mudanças políticas.
Pessoas se reúnem durante um protesto em 8 de janeiro de 2026 em Teerã, Irã. As manifestações ocorrem desde dezembro, desencadeadas pela inflação galopante e pelo colapso do rial, e se expandiram para reivindicações mais amplas por mudanças políticas.
Foto: Anônimo/Getty Images

O Ministério das Relações Exteriores do Governo Federal publicou uma nota sobre as manifestações no Irã, que tem como foco o fim do regime dos aiatolás. A pasta diz acompanhar com preocupação a evolução da situação e pede por diálogo. O texto foi publicado nesta terça-feira, 13, enquanto mais de 2 mil pessoas já foram mortas em meio aos conflitos no país.

"O Brasil lamenta as mortes e transmite condolências às famílias afetadas. Ao sublinhar que cabe apenas aos iranianos decidir, de maneira soberana, sobre o futuro de seu país, o Brasil insta todos os atores a se engajarem em diálogo pacífico, substantivo e construtivo", complementou o Itamaraty na nota.

Por meio da Embaixada do Brasil em Teerã, capital iraniana, o governo brasileiro diz se manter atento às necessidades da comunidade brasileira no Irã e reforça que, até o momento, não há registros de nacionais mortos ou feridos. 

Atos contra e pró-governo acontecem no Irã desde o fim de dezembro e deixam centenas de mortos. Além disso, a tensão escalona para o campo diplomático: a União Europeia já afirmou avaliar a imposição de novas sanções contra o Irã devido à violência no regime, e os Estados Unidos chegaram a falar sobre a possibilidade de uma intervenção militar caso a repressão siga no país.

Na segunda-feira, 12, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, se posicionou e declarou que o país "está preparado tanto para a guerra quanto para negociações".

Em paralelo, grupos de direitos humanos apontam que o Irã estaria pronto para enforcar o primeiro manifestante preso por manifestações contra o regime. Se trata de Erfan Soltani, de 26 anos, que foi preso na semana passada durante os protestos em Karaj segundo os grupos de ONGs Direitos Humanos do Irã (IHRNGO) e União Nacional pela Democracia no Irã (NUFD).

*Com informações da Reuters, RFI e Estadão Conteúdo

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Fonte: Portal Terra
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