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Governo dos EUA irá se reunir com cúmplice de Epstein

Departamento de Justiça ouvirá Maxwell nos próximos dias

22 jul 2025 - 14h37
(atualizado às 14h44)
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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (22) que irá se reunir nos próximos dias com Ghislaine Maxwell, socialite britânica e cúmplice do bilionário Jeffrey Epstein no tráfico sexual de menores.

A socialite britânica Ghislaine Maxwell e o bilionário americano Jeffrey Epstein
A socialite britânica Ghislaine Maxwell e o bilionário americano Jeffrey Epstein
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A informação foi publicada no X pelo vice-ministro da pasta, Todd Blanche, ao comentar uma nota divulgada pela titular, Pam Bondi. Segundo ele, o presidente americano, Donald Trump, pediu ao Departamento de Justiça "para divulgar todas as evidências confiáveis" sobre o caso.

"Se Maxwell tiver informações sobre alguém que cometeu crimes contra as vítimas, o FBI e o Departamento de Justiça ouvirão o que ela tem a dizer", disse Blanche, acrescentando que "sob orientação da procuradora-geral Bondi", ele entrou "em contato com o advogado de Maxwell para verificar se ela estaria disposta a falar com os promotores do Departamento".

"Pretendo me encontrar com a senhora Maxwell nos próximos dias", esclareceu ainda.

Ao comentar a futura reunião do Departamento de Justiça com a cúmplice do pedófilo Epstein, Trump disse que acha "o encontro apropriado". Ele também chamou de "caça às bruxas" a procura daqueles que supostamente estariam ligados ao bilionário no crime.

No início do mês, o Departamento de Justiça e o FBI concluíram que não têm evidências de que Epstein chantageou figuras poderosas, manteve uma "lista de clientes" ou foi assassinado na prisão.

No comunicado publicado hoje, Bondi reiterou a informação conjunta, afirmando que na "mais recente investigação aprofundada dos documentos conservados pelo FBI sobre o caso, não surgiu nenhuma evidência que justificasse uma investigação contra terceiros não indiciados".

Epstein foi acusado de comandar uma rede de exploração sexual e de abusar de mais de 250 menores de idade. Ele foi encontrado morto na prisão em 2019. 

Ansa - Brasil
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