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Papa Francisco

Papa corta os bônus dos 4 mil funcionários do Vaticano

18 abr 2013 - 10h10
(atualizado às 10h40)
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Papa Francisco cumprimenta o público em sua audiência semanal na Praça de São Pedro, no Vaticano. O papa Francisco, na sua primeira decisão importante, montou neste sábado um conselho consultivo de cardeais de todo o mundo para ajudá-lo a governar a Igreja Católica e reformar a sua conturbada diretoria. 10/04/2013.
Papa Francisco cumprimenta o público em sua audiência semanal na Praça de São Pedro, no Vaticano. O papa Francisco, na sua primeira decisão importante, montou neste sábado um conselho consultivo de cardeais de todo o mundo para ajudá-lo a governar a Igreja Católica e reformar a sua conturbada diretoria. 10/04/2013.
Foto: Giampiero Sposito / Reuters

O papa Francisco quebrou com a tradição depois de decidir eliminar o bônus concedido aos 4 mil funcionários do Vaticano por ocasião da chegada de um novo Pontífice.

A decisão inédita de renunciar tomada em fevereiro por Bento XVI, somada às dificuldades das finanças do Vaticano obrigaram o novo Papa a eliminar a gratificação de cerca de 1.000 euros para os empregados da Santa Sé por ocasião da saída do Papa e eleição de seu sucessor.

Inúmeros funcionários, principalmente da assessoria de imprensa, tiveram de trabalhar horas extras desde que Bento XVI anunciou sua renúncia em 11 de fevereiro e também depois da eleição em 13 de março do argentino Jorge Bergoglio.

O novo Papa decidiu destinar parte do dinheiro previsto para os empregados para obras de caridades. Segundo os últimos informes, as finanças do Vaticano registraram um déficit de 14,9 milhões de euros.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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