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Papa Francisco

Irmã diz que Papa nunca teve namorada, mas falava palavrões

26 mar 2013 - 11h43
(atualizado às 12h05)
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<p>Mar&iacute;a Bergoglio, irm&atilde; do papa Francisco, concedeu entrevista a revista italiana</p>
María Bergoglio, irmã do papa Francisco, concedeu entrevista a revista italiana
Foto: AFP

María Elena Bergoglio, irmã do papa Francisco, desmentiu que o Pontífice teria tido uma namorada quando jovem, alegando que "seu coração teve sempre Jesus", e revelou que o mesmo dizia palavrões em sua juventude e que também é um grande cozinheiro.

Assim falou María Elena em uma entrevista concedida à revista italiana Chi, que chegará amanhã às bancas e que teve alguns trechos antecipados nesta terça-feira pela imprensa local.

"A namorada? A verdade é que nunca existiu. Mas, se esta senhora está dizendo, sendo feliz assim, por que não deixar que ela conte esta história?", respondeu María Elena às afirmações realizadas por Amália, a suposta "namorada" que o papa Francisco teria tido aos 12 anos de idade, quando morava no bairro portenho de Flores.

Recentemente, Amália chegou a assegurar à imprensa local que o jovem Bergoglio chegou a lhe dizer: "Se não me casar com você, vou me tornar padre".

Durante a entrevista, María Elena, 65 anos, explicou que seu irmão era "como o vemos agora, ou seja, atento, sempre carinhoso e muito doce com os demais", lembrando que sempre brincavam juntos.

"Lembro que havia um papagaio no seminário e não excluo a possibilidade de que ele (Jorge Bergoglio) tenha lhe ensinado alguns palavrões ao invés de ensiná-lo a rezar", comentou a irmã do papa com muito humor.

María Elena, dez anos mais nova que seu ilustre irmão, define Francisco como um homem que amava estar em família, à qual "sempre foi muito ligado".

"Quando estava no seminário, nunca se esquecia de fazer uma ligação. Estava sempre alegre e disposto a brincar", afirmou María elena, que acrescentou: Jorge Bergoglio se dá muito bem na cozinha e, habitualmente, preparava ele mesmo sua comida.

Sobre a escolha de seu irmão como papa, María Elena afirmou que ninguém estava esperando isso e que, tanto seu outro irmão como ela, estavam convencidos que todos se encontrariam novamente em Buenos Aires após a realização do conclave.

"Antes de ele ir a Roma, nos falamos por telefone, como sempre fazíamos. Ele estava tranquilo e me disse que continuaríamos nos falando quando voltasse. Estava convencida que seria assim, e ele também", declarou.

A irmã do pontífice descreve Francisco como uma pessoa muito reservada e sempre afastada do clamor: "Devia se ocupar com os pobres de sua amada Buenos Aires. Ele era feliz aqui", completou.

Perguntado sobre a renúncia de Bento XVI, María Elena comenta que seu irmão se limitou a dizer que Ratzinger tinha sido um papa "honesto" e que era "muito difícil dizer adeus ao poder".

"Tem um grande desafio pela frente. Muito trabalho. Mas acho que Jorge sabe como lidar com isso. Mas, devemos ajudá-lo, já que sem nossa oração ele não conseguirá. Para ajudar o papa levar a mensagem de Cristo ao mundo, primeiro devemos escutá-la dentro de nós", concluiu a irmã do pontífice.

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EFE   
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