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Príncipe Felipe deve assumir trono espanhol após 18 de junho

Sucessão requer aprovação de legislação do Parlamento; Rei Juan Carlos anunciou na última segunda-feira que entregará o trono ao filho

3 jun 2014 - 10h50
(atualizado às 10h50)
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<p>O filho do Rei Juan Carlos&nbsp;deve assumir o trono espanhol ap&oacute;s o dia 18 de junho. Na foto, Felipe e a esposa participam&nbsp;de uma recep&ccedil;&atilde;o para os vencedores do Pr&ecirc;mio Pr&iacute;ncipe das Ast&uacute;rias em Oviedo, em&nbsp;&nbsp;22 de outubro de 2010</p>
O filho do Rei Juan Carlos deve assumir o trono espanhol após o dia 18 de junho. Na foto, Felipe e a esposa participam de uma recepção para os vencedores do Prêmio Príncipe das Astúrias em Oviedo, em  22 de outubro de 2010
Foto: Reuters

O príncipe Felipe, da Espanha, irá provavelmente suceder seu pai Juan Carlos como rei em algum momento depois de 18 de junho, disse nesta terça-feira o presidente do Congresso dos Deputados, Jesús Posada, um dia depois de o monarca anunciar sua abdicação após um longo reinado.

Juan Carlos afirmou na segunda-feira que entregará o trono a Felipe, em um gesto para reabilitar a monarquia espanhola abalada por escândalos em um momento de dificuldades econômicas e crescente descontentamento no país com a elite política.

A Espanha não tem um conjunto preciso de normas regulamentando a abdicação e a sucessão, por isso, a sucessão vai requerer a aprovação de legislação no Parlamento, onde o conservador Partido do Povo (PP) tem maioria absoluta. A oposição socialista anunciou que apoiará a lei.

"Ainda veremos, mas acredito que tudo deverá estar decidido por volta de 18 de junho, de modo que a proclamação solene possa ser realizada perante as Cortes (Congresso dos Deputados e Senado)", disse Posada.

Antes popular, Juan Carlos, de 76 anos e há quase 40 no trono, ajudou a Espanha a fazer uma transição tranquila para a democracia nos anos 1970, depois da ditadura de Francisco Franco, mas parecia cada vez mais distante nos últimos anos.

Um escândalo de corrupção na família e sua saúde fragilizada após várias cirurgias nos últimos anos também contribuíram para erodir o apoio público ao rei.

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