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EUA emitem alerta sobre milícias alinhadas ao Irã no Iraque

6 mar 2026 - 17h49
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O Departamento de Estado advertiu nesta sexta-feira os cidadãos norte-americanos que milícias alinhadas ao Irã no Iraque podem tentar ataques a hotéis frequentados por estrangeiros na região do Curdistão iraquiano, enquanto os Estados Unidos se esforçavam para ⁠ajudar milhares de norte-americanos retidos no Oriente Médio.

O governo ‌Trump tem enfrentado críticas sobre seu planejamento e assistência inicial aos cidadãos norte-americanos que tentam deixar a região ‌desde que os ataques dos EUA ‌e de Israel foram deflagrados, no sábado, e ⁠o Irã respondeu com ataques a vizinhos, levando ao fechamento do espaço aéreo.

"Os cidadãos norte-americanos no Iraque são fortemente encorajados a partir assim que puderem fazê-lo com segurança", disse um alerta da embaixada dos EUA em ‌Bagdá.

"Os norte-americanos que optarem por não partir devem estar preparados ‌para se abrigar ⁠em um ⁠local seguro por longos períodos. Tenha um suprimento de alimentos, água, medicamentos ⁠e outros itens ‌essenciais."

O alerta lembra que ‌os voos comerciais não estão operando atualmente fora do Iraque, sugerindo rotas terrestres para aqueles dispostos a deixar o país.

O presidente Donald Trump disse nesta sexta-feira ⁠que os EUA estão retirando milhares de pessoas de países do Oriente Médio em meio ao conflito militar entre os EUA, Israel e Irã.

"Isso está sendo feito de maneira discreta, mas ‌sem falhas", disse Trump em uma publicação nas redes sociais, sem fornecer detalhes.

O Departamento de Estado disse mais ⁠tarde nesta sexta-feira que continua a entrar em contato com norte-americanos no Oriente Médio para oferecer voos fretados ou assistência em viagens terrestres.

"Vários voos devolveram com segurança centenas de norte-americanos aos Estados Unidos, com voos adicionais programados para os próximos dias, conforme as condições de segurança permitirem", disse o secretário de Estado adjunto para Assuntos Públicos Globais, Dylan Johnson, em um comunicado.

Johnson disse que uma força-tarefa "ajudou diretamente quase 13.000 norte-americanos no exterior, oferecendo orientação de segurança e assistência de viagem".

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