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EUA dizem que prazo de julho para tarifas pode ser prorrogado

Casa Branca afirmou que decisão caberá ao presidente Trump

26 jun 2025 - 18h47
(atualizado às 18h51)
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A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou nesta quinta-feira (26) que o governo de Donald Trump poderá prorrogar o prazo de julho, quando as tarifas mais altas sobre importações de dezenas de países entrarão em vigor.

Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, durante um briefing em Washington
Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, durante um briefing em Washington
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Talvez possa ser prorrogado, mas essa será uma decisão que caberá ao presidente. Trump pode simplesmente oferecer a esses países um acordo se eles se recusarem a nos apresentar um até o prazo final", declarou Leavitt a jornalistas durante um briefing em Washington.

Após ter revelado no início de abril as tarifas recíprocas, elemento-chave de sua política econômica, o republicano concedeu uma pausa de 90 dias que vai expirar no dia 9 de julho, cedendo às tensões nos mercados financeiros.

O governo local iniciou negociações com os principais parceiros comerciais, mas até agora pouquíssimos acordos foram anunciados oficialmente. As conversas com a União Europeia, por exemplo, estão em andamento, mas a Casa Branca tem se queixado repetidamente da lentidão do bloco.

No fim de maio, após uma conversa com Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, Trump aceitou prorrogar o início das tarifas de 50% sobre a UE para 9 de julho.

Em uma entrevista à Bloomberg, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, disse que está "otimista" com o fechamento de um acordo sobre o tema entre americanos e europeus.

Já segundo fontes de Bruxelas, Von der Leyen informou aos Estados-membros que recebeu a contraproposta dos EUA nas negociações sobre o tarifaço. A oferta de Washington seria composta por um texto de algumas páginas e delinearia "um acordo provisório" entre as partes.

Paralelamente, Trump garantiu que "todos querem fazer" um acordo com o país sobre as tarifas, além de ter mencionado que "assinou" um pacto com a China, embora não tenha especificado a natureza dele. 

Ansa - Brasil
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