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EUA: após 11/9, grupo militar de elite ganha 23 mil membros

3 set 2011 - 17h50
(atualizado às 18h38)
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O Comando Conjunto de Operações Especiais dos Estados Unidos (JSOC, na sigla em inglês), um grupo militar de elite, passou de 1,8 mil membros antes dos atentados de 11 de setembro de 2001 para 25 mil, com autoridade para realizar operações para matar e missões de inteligência, segundo o The Washington Post.

Desde os ataques terroristas provocados pela Al Qaeda naquele fatídico setembro, esse grupo "secreto" de homens e mulheres se multiplicou por dez vezes, mas mantém "nível de sigilo absoluto", que nem mesmo a CIA (agência de inteligência americana) alcançou, segundo extenso relatório do diário sobre o funcionamento e atividades do comando.

"A CIA não tem a autoridade para fazer algumas das coisas que nós podemos fazer", revelou ao jornal um membro não identificado do comando. De fato, o JSOC tem sua divisão de inteligência, aviões não tripulados e de reconhecimento, satélites próprios e até seus "cyber guerreiros", de acordo com o relatório.

Em setembro de 2003, o então secretário de Defesa dos EUA, Donald Rumsfeld, assinou uma ordem executiva para consolidar o JSOC como o pilar da luta antiterrorista e criou uma lista de atividades permitidas sob diferentes cenários em 15 países, entre eles Iraque, Afeganistão, Irã, Paquistão, Filipinas, Somália e Síria.

Um comando do elitista "Team 6" formado por seals (tropa de elite) da Marinha, os mais preparados dentro das Forças Armadas dos EUA, foi o que causou a morte de Osama bin Laden em maio em seu esconderijo nos arredores de Islamabad, no Paquistão.

A letalidade do JSOC é evidente: em 2008, só no Afeganistão, abateu 550 alvos e matou aproximadamente 1 mil pessoas, segundo as autoridades. Em 2009, executou, nesse mesmo país, 464 operações e acabou com entre 400 e 500 membros das forças inimigas.

A enorme renovação causada pelo grupo na última década se deve em grande parte ao período em que foi comandado pelo general Stanley McChrystal, que ficou famoso por cessar o confronto no Afeganistão enquanto comandava sua tropa.

A antena destruída da Torre Norte do World Trade Center faz parte da exposição no museu Newseum, em Washington
A antena destruída da Torre Norte do World Trade Center faz parte da exposição no museu Newseum, em Washington
Foto: AFP
EFE   
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