Hotel: camareira atacada por chefe do FMI é boa funcionária
15 mai2011 - 16h43
(atualizado às 17h48)
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A mulher de 32 anos que denunciou à polícia o diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, por agressão sexual trabalha há três anos no Sofitel de Nova York, e é uma "boa funcionária", disse o gerente do hotel Jorge Tito.
Diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, conversa no telefone antes do início de reunião, em Washington, em abril deste ano. Hoje, Strauss-Kahn, um possível candidato à presidência francesa, foi indiciado por agressão sexual e tentativa de estupro contra uma camareira poucas horas depois de ser preso em um aeroporto de Nova York
Foto: AFP
Segundo Tito, o hotel está "plenamente satisfeito com a qualidade do trabalho e com o comportamento profissional" da suposta vítima, que ocupa o posto de camareira. "Estamos à disposição das autoridades policiais para colaborar com as investigações", disse o diretor do hotel, negando-se a fazer mais comentários.
Strauss-Kahn, 62 anos, está detido em Nova York desde sábado à noite, após ter sido retirado pela polícia de um voo para Paris. Neste domingo, o diretor do FMI foi indiciado por agressão sexual, cárcere privado e tentativa de estupro.
Diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, conversa no telefone antes do início de reunião, em Washington, em abril deste ano. Hoje, Strauss-Kahn, um possível candidato à presidência francesa, foi indiciado por agressão sexual e tentativa de estupro contra uma camareira poucas horas depois de ser preso em um aeroporto de Nova York
Foto: AFP
Jornalistas aguardam em frente a delegacia de Nova York informações sobre o dirigente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que vê fracassar a possibilidade de concorrer à presidência francesa, em 2012
Foto: AFP
Após prisão de Dominique Strauss-Kahn, detetive americano Ryan Sessa anuncia que o dirigente do FMI será acusado de "ato sexual criminoso, aprisionamento ilegal e tentativa de estupro", em frente à delegacia de Nova York
Foto: AFP
Strauss-Kahn chega a hotel para conceder entrevista após reunião do do Comitê Financeiro do Fundo Monetário Internacional, no mês passado, em Washington
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Strauss-Kahn cumprimenta a presidente do G20, Christine Lagarde, antes de uma reunião-almoço, no dia 16 de abril de 2011, na sede do FMI em Washington
Foto: AFP
Diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, participa da mesa redonda "Juventude, Emprego e Crescimento Inclusivo no Oriente Médio e Norte da África", no dia 15 de abril, na sede do órgão, em Washington
Foto: AFP
Strauss-Kahn é acusado de por agressão sexual e tentativa de estupro contra uma camareira quando estava hospedado no hotel Sofitel
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Benjamin Brafman, que já foi advogado de Michael Jackson, vai defender Strauss-Kahn da acusação de tentativa de abuso sexual
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Foto: Terra
Diretor estava detido na delegacia desde a noite de sábado
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Strauss-Kahn entra em carro, escoltado por policiais
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Diretor segue em carro rumo ao Tribunal Criminal de Manhattan, segundo informações da política à agência Reuters
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Diretor do FMI deixa delegacia, olhando para frente, algemado e escoltado
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O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, chega escoltado à Corte Criminal de Manhattan, em Nova York
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De braços cruzados, Dominique Strauss-Kahn aguarda o início da audiência sobre sua fiança
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Strauss-Kahn, acusado de agressão sexual e tentativa de estupro, sorri enquanto aguarda pela audiência
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Strauss-Kahn observa enquanto seu advogado, Benjamin Brafman, fala à juíza durante a audiência
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O diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, assiste à audiência na Corte Criminal de Manhattan, em Nova York
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Strauss-Kahn é acusado de agressão sexual e tentativa de estupro contra a camareira de um hotel
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Os advogados William Taylor (dir.) e Benjamin Brafman dão entrevista após a fiança ter sido negada
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A jornalista e escritora Tristane Banon chega ao escritório de seu advogado, David Koubbi, em Paris. Banon considera acusar formalmente o diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, de abuso sexual, que teria ocorrido em 2002
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Tristane Banon deixa o escritório de seu advogado, David Koubbi, em Paris
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A jornalista Tristane Banon caminha ao lado de seu advogado, David Koubbi, após reunião em seu escritório, em Paris
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Policiais escoltam van na entrada do tribunal, em Manhattan, onde Strauss-Kahn participará de audiência
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Documento divulgado pela polícia de Nova York registra a prisão de Dominique Strauss-Kahn
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Dominique Strauss-Kahn aparenta nervosismo antes de ouvir a decisão sobre o pedido de liberdade sob fiança
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Ex-chefe do FMI chega à Suprema Corte criminal acompanhado de seus advogados William Taylor (esq.) e Marc Agnifico, em Nova York
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Anne Sinclair, mulher de Strauss-Kahn, e a filha do casal, Camille, deixam a Corte após assistir à audiência
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O advogado de Strauss-Kahn, William Taylor, concede entrevista coletiva após o anúncio da prisão domiciliar
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Strauss-Kahn conversa com seus advogados durante a audiência, em Nova York
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Dominique Strauss-Kahn e sua mulher, Anne Sinclair, deixam a residência em Nova York onde o ex-diretor do FMI cumpre prisão domiciliar
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Funcionários de hotéis de Nova York protestam em frente à corte de Manhattan pedindo a condenação de Strauss-Kahn
Foto: Reuters
O ex-diretor do FMI desce do carro ao chegar à corte criminal de Manhattan para audiência
Foto: Reuters
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Anne Sinclair, mulher de Strauss Kahn, chega ao apartamento de Nova York onde o ex-diretor do FMI reside em prisão domiciliar
Foto: AFP
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