Estudo do Pentágono diz que Putin tem “síndrome de Asperger”
Porém, os pesquisadores não podem provar a teoria
Um estudo do Pentágono de 2008 foi revelado pela USA Today nesta quarta-feira, o qual defende que o presidente russo Vladimir Putin possui síndrome de Asperger, condição psicológica do espectro autista, que influenciaria suas decisões.
Segundo o relatório americano, Putin pode ter sofrido algum tipo de problema na infância que alterou o desenvolvimento normal. O estudo realizado por uma equipe liderada por Brenda Connors afirma que “o presidente russo possui uma anomalia neurológica”. Porém, os pesquisadores não podem provar a teoria da síndrome de Asperger, pois, para isso, precisariam fazer mapaeamentos no cérebro.
O estudo cita Dr. Stephen Porges, que agora dá aula na Universidade da Carolina do Norte sobre psiquiatria, que conclui, na época, que “Putin teria uma forma de autismo”. Entretando, Porges afirmou nesta quarta-feira que nunca viu o relatório final e que “volta atrás sobre ele ter Asperger”.
Porges disse que sua análise foi, na verdade, para que as autoridades americanas encontrassem formas mais silenciosas para lidar com Putin, cujo comportamento e as expressões faciais revelam alguém que é defensivo em grandes ambientes sociais. Embora estas características sejam observadas em portadores da síndrome de Asperger, também são observados em pessoas que têm dificuldades de manter a calma em situações sociais e têm limiares baixos para ser reativo.
“Se você precisa resolver coisas com ele, você não deveria estar em algum lugar grande, mas, sim, em uma situação mais íntima, em algum lugar em algum lugar tranquilo”, disse o professor.
