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Estados Unidos

Ex-soldado recebe aval para cirurgia de troca de sexo

Com anúncio, ex-informante do WikiLeaks deu fim a greve de fome

14 set 2016 - 12h37
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Foto: Getty Images

Chelsea Manning, a ex-soldado transgênero norte-americana condenada por revelar segredos do Exército ao site WikiLeaks, anunciou o fim da greve de fome iniciada há dias após o Exército autorizar uma cirurgia para mudança de sexo.

"Estou infinitamente aliviada pelo fato de que o Exército finalmente está fazendo o que é justo. Eu os felicito por isso. Era tudo o que eu queria, que me deixassem ser quem sou", disse Chelsea em comunicado.

A ex-soldado, antigamente chamada Bradley, pediu às autoridades em 2013 para que pudesse ter acesso a terapia hormonal para trocar de sexo. Em 5 de julho, Manning tentou se matar após ser privada do acesso ao tratamento, necessário para a realização da intervenção cirúrgica. Detida na prisão militar de Fort Leavenworth, uma penitenciária para homens, a ex-informante de 28 anos teria tentado se enfocar.

No começo da semana vieram à tona as notícias da greve de fome.

Em nota divulgada por seus advogados, Manning dizia ter seus pedidos "ignorados, adiados, ironizados e postergados" pelo governo dos Estados Unidos.

Condenada a 35 anos de cadeia, a ex-oficial é considerada responsável por um dos maiores vazamentos de informações confidenciais da história dos Estados Unidos, tendo entregado milhares de documentos e vídeos para o site WikiLeaks, do ativista Julian Assange. 

Fonte: ANSA
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