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Chefe de gabinete de Guaidó é preso na Venezuela

Governo dos EUA exigiu a libertação imediata de Roberto Marrero

21 mar 2019
12h35
atualizado às 12h36
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Agentes do Serviço de Inteligência Bolivariana (Sebin) prenderam nesta quinta-feira (21) o deputado Roberto Marrero, chefe de gabinete do autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, denunciou o líder opositor. De acordo com parlamentares da oposição ao governo de Nicolás Maduro, a prisão ocorreu por volta das 2h (horário local) na madrugada depois de "um violento ataque" realizado por 15 agentes encapuzados na residência de Marrero em Caracas. Durante a operação, a casa do deputado Sergio Vergara também foi invadida. Os dois políticos são vizinhos e moram no bairro de Las Mercedes, em Caracas. A informação não foi confirmada oficialmente, mas Vergara confirma que o chefe de gabinete foi levado pelas autoridades.
    Ele ainda afirma que, ao deixar sua residência, Marrero disse que "dois fuzis e uma granada foram plantados em sua casa". Até o momento, o paradeiro do deputado é desconhecido. Guaidó exigiu a libertação do político, assim como o governo norte-americano, que também prometeu tomar medidas contra os responsáveis pela operação. Em sua conta no Twitter, o secretário de Estado, Mike Pompeo, afirmou que os "Estados Unidos condena as operações feitas pelos serviços de segurança de [Nicolás] Maduro e a detenção de Roberto Marrero, chefe de gabinete do presidente interino Guaidó". "Pedimos sua libertação imediata. Exigiremos responsabilidades aos envolvidos na detenção", completou.

Ansa - Brasil   
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