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Chanceler alemã pressiona e diz que Grécia tem muito a fazer

Na próxima sexta-feira (13), o presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker, vai se reunir com o primeiro ministro grego, Alexis Tsipras, para discutir o programa

9 mar 2015 - 17h47
(atualizado às 17h49)
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Angela Merkel es la Canciller de Alemania. Su oficina particular está adornada con una imagen de la Zarina de origen alemán, Catalina La Grande, y según la revista Forbes es la mujer más poderosa del mundo.
Angela Merkel es la Canciller de Alemania. Su oficina particular está adornada con una imagen de la Zarina de origen alemán, Catalina La Grande, y según la revista Forbes es la mujer más poderosa del mundo.
Foto: Getty Images

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou nesta segunda-feira (9) que deseja a permanência da Grécia na zona do euro, mas destacou que o país "tem muito a fazer" para que isso aconteça.

"A nossa política é que a Grécia permaneça na zona do euro. Por anos, trabalhamos com isso, mas, naturalmente, há dois lados da mesma moeda. Um é a nossa solidariedade e o outro, a determinação grega de implementar as reformas. Nesse caso, ainda há muito a se fazer", disse Merkel, que está em Tóquio. 

A Grécia, que pediu uma extensão de quatro meses do pacote de ajudas financeiras ao eurogrupo, já apresentou uma lista de medidas de austeridade que Atenas pretende adotar para reduzir os déficits. Na próxima sexta-feira (13), o presidente da Comissão Europeia, Jean Claude Juncker, se reunirá com o primeiro ministro grego, Alexis Tsipras, para discutir o programa. 

Merkel concedeu uma coletiva de imprensa conjunta com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe. Em sua visita ao país, Merkel também agradeceu Tóquio e os outros países da comunidade internacional por aceitarem o reingresso da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

"Sem estes generosos gestos, tudo isso teria sido impossível. É difícil para mim, como chanceler alemã, dar conselhos ao Japão de como se relacionar com seus vizinhos. É algo que precisa ser maturado e partir da sociedade", destacou. O Japão tem relações diplomáticas turbulentas com a China e a Coreia do Sul, principais vítimas do militarismo de Tóquio durante a Segunda Guerra Mundial. Atualmente, Abe prepara uma declaração por ocasião do aniversário de 70 anos do fim do conflito.

Fonte: Ansa Brasil
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