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Campânia contesta plano de vacinação de governo italiano

Região quer que população seja levada em consideração na divisão

16 dez 2020 - 19h05
(atualizado às 19h50)
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O governo da Campânia expressou nesta quarta-feira (16) sua insatisfação e oposição a um plano de distribuição de vacinas para a primeira fase de vacinação que foi discutido em uma reunião com representantes do governo nacional e líderes das 20 regiões da Itália.

Região quer que quantidade da população seja levada em consideração na divisão
Região quer que quantidade da população seja levada em consideração na divisão
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em comunicado, a região informou ter proposto que a população de cada território fosse levada em consideração na distribuição inicial das vacinas. A proposta, no entanto, não foi aceita, estando em curso um plano que "prevê desequilíbrios evidentes e injustificados entre as quotas atribuídas às várias regiões".

"A Campânia reitera veementemente a sua divergência sobre esta forma de proceder e insistirá no pedido de adequação do plano de atribuição de vacinas a critérios objetivos, que evitem qualquer disparidade de tratamento e desprezíveis competições territoriais", diz a nota.

Segundo fontes oficiais, a divergência da região sobre a distribuição dos imunizantes na primeira fase se baseia no fato de que muitos territórios com uma população menor receberão mais doses da vacina.

De início, a Campânia deve receber 135.890 doses, enquanto, por exemplo, Emilia-Romagna, que tem cerca de 1,5 milhões de habitantes a menos, receberá 183.138 doses, e Piemonte, que tem o mesmo número de habitantes que Emilia mais ou menos, contará com 170.995 doses da vacina.

Conforme o plano de vacinação, a primeira fase contemplará os profissionais de saúde e os idosos da residência sanitária assistencial (RSA).

O governo e as regiões da Itália também planejam promover uma vacinação "simbólica" contra o novo coronavírus logo depois do Natal, caso a agência de medicamentos da União Europeia aprove o imunizante da Biontech e da Pfizer em 21 de dezembro.

Ansa - Brasil
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