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Ataques aéreos na Nigéria deixaram quase 600 mortos em oito meses, diz Força Aérea

13 ago 2025 - 08h54
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Militares da Nigéria mataram 592 membros de milícias armadas no Estado de Borno, no nordeste do país, nos últimos oito meses, depois de intensificar os ataques aéreos em uma região atingida por anos de violência, informou a Força Aérea.

Os resultados superaram os ganhos operacionais registrados em 2024, disse o chefe da Força Aérea, Hasan Abubakar, durante uma visita ao governador de Borno, Babagana Zulum, na terça-feira.

Abubakar disse que a Força Aérea também destruiu mais de 200 veículos técnicos e 166 centros de logística em uma ofensiva abrangente contra os insurgentes no nordeste.

Militantes do Boko Haram e de seu grupo dissidente, a Província da África Ocidental do Estado Islâmico (ISWAP), têm atacado forças de segurança e civis no nordeste da Nigéria, causando deslocamento generalizado e milhares de mortes.

As gangues de milícias no Estado de Borno mataram pelo menos 2.000 pessoas desde 2023, de acordo com o Nigeria Watch, um banco de dados que monitora conflitos letais e a segurança no país.

"Este ano, nossa guerra aérea está mais rápida, mais nítida e mais cirúrgica", disse Abubakar. "Estamos eliminando alvos de alto valor, paralisando redes de logística e desmantelando células que ameaçam a paz no nordeste."

Confidence MacHarry, analista sênior da consultoria de pesquisa SBM Intelligence em Lagos, afirmou que é difícil verificar de forma independente a eficácia da campanha aérea.

"No entanto, a realidade no terreno mostra que a alegação de sucesso dos militares empalidece em comparação com os ganhos e ataques bem-sucedidos realizados pelas principais facções do Boko Haram em Borno desde que a ofensiva renovada do ISWAP foi lançada no final de 2024", disse ele à Reuters.

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