Un hombre lava sus manos como forma preventiva contra el ébola en Monrovia. Imagen de archivo, 13 septiembre, 2014. Al menos 2.622 personas murieron en el peor brote del virus de ébola de la historia, con una cifra de 5.335 infectados en África Occidental, dijo el jueves la Organización Mundial de la Salud (OMS).
Foto: James Giahyue / Reuters
O governo da China anunciou nesta sexta-feira que destinará mais de US$ 32 milhões (cerca de R$ 75 milhões) à luta contra a epidemia do ebola na África Ocidental, onde a doença já matou 2.461 pessoas e afetou quase 5 mil, segundo os últimos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O anúncio foi feito pelo porta-voz das Relações Exteriores chinês, Hong Lei, que especificou em entrevista coletiva que essa ajuda se dividirá em dinheiro, alimentos e produtos de primeira necessidade que serão enviados à Libéria, Serra Leoa e Guiné.
Além disso, o país asiático fornecerá US$ 2 milhões (R$ 4,7 milhões) à OMS e a mesma quantia à União Africana.
Pequim tinha enviado até o momento material médico e uma equipe de 115 especialistas, lembrou hoje o porta-voz, que assegurou que seu país está muito atento ao que ocorre na África, depois que se tenha criticado a "pouca" ajuda enviada pela China, principal parceiro comercial da maioria de países do continente.
Foto: Arte Terra
A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que "medidas drásticas" devem ser tomadas para conter o surto de ebola na África Ocidental, que já matou cerca de 400 pessoas. É o maior surto em números de casos, número de mortes e em distribuição geográfica. Na foto, uma equipe está próxima ao corpo de uma vítima
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
Mais de 600 casos já foram registrados na República da Guiné, onde o surto começou há 4 meses em Guekedou (foto acima). O local já foi um importante posto de troca na região, atraindo comerciantes de diversos países vizinhos.
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) alertou que o surto de ebola está fora do controle. O MSF tem cerca de 300 funcionários nacionais e internacionais trabalhando nos países onde o vírus se espalhou. Outros países estão sob alerta. A foto acima mostra um paciente sendo tratado por funcionários da organização.
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
O ebola é uma doença viral, cujos sintomas inciais podem incluir febre repentina, forte fraqueza, dores musculares e de garganta, segundo a OMS. E isso é só o início: o próximo passo é vômito, diarreia e, em alguns casos, hemorragia interna e externa.
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
O vírus é altamente contagioso,e não tem vacina ou cura, por isso equipes médicas usam roupas especiais para evitar contaminação. Dependendo da força, até 90% dos infectados morrem. Na foto, pacientes esperam resultado de exames de sangue
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
Os testes de laboratório irão determinar em questão de horas se as amostras contém ou não o vírus do ebola
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
Após exposição ao vírus na área isolada, roupas e botas das equipes de atendimento são desinfetadas com cloro
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
Além de cuidar da clínica, a equipe tenta conscientizar as pessoas sobre a doença. No bairro de Touloubengo, colchões são distribuídos a cinco famílias cujas casas foram desinfetadas após a morte de um membro.
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
Sia Bintou passou mais de 10 dias em tratamento, com poucas esperanças de deixar o local viva, mas sobreviveu. Enquanto não há um tratamento específico para o ebola, a equipe tenta fortalecer os pacientes tratando os sintomas.
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
Mas nem todos se salvam. Nessa foto, a família de Finda Marie Kamano, incluindo sua irmã (centro), e outros membros da comunidade, estão presentes em seu funeral próximo a sua casa.
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil
A sepultura de Finda Marie é marcada com um broto de árvore
Foto: Sylvain Cherkaoui/Cosmos/MSF / BBC News Brasil